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Governo recua nas informações sobre o Metro de Lisboa

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Uma hora depois de anunciar que a rede do Metro vai chegar às zonas da Estrela, Santos, Campolide e Amoreiras até 2022, o Ministério do Ambiente enviou um novo comunicado que omite essa informação

O Governo recuou esta sexta-feira nas informações sobre o plano do Metro de Lisboa até 2022. Uma hora depois de anunciar que a rede deste transporte irá chegar às zonas da Estrela, Santos, Campolide e Amoreiras nos próximos cinco avos, o Ministério do Ambiente enviou um novo comunicado que omite essa informação.

“Até 2022, será aumentada a rede e serão construídas novas estações de metropolitano. O plano de desenvolvimento operacional acautela ainda o reforço de material circulante e a contratação de mais colaboradores”, pode ler-se no comunicado.

É referido ainda que este ano estão previstas obras de ampliação do cais da estação de Arroios e a reabilitação das instalações, “nomeadamente as escadas mecânicas da estação Baixa-Chiado”.

“O descongestionamento à superficie, a redução dos tempos de percurso e a diminuição das emissões de CO2 são alguns dos benefícios deste investimento, orientado para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, acrescenta a nota do ministério do Ambiente, sem adiantar o valor do investimento. No primeiro comunicado, o Executivo afirmava que o valor do investimento na expansão da rede do metro de Lisboa seria de 684 milhões de euros.

De resto, o comunicado remete novos dados para a sessão agendada para a próxima segunda-feira, na Estação de S. Sebastião II, onde o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, irá liderar a apresentação do plano de desenvolvimento operacional da rede do metro na capital.