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Cristas escolheu Carmona Rodrigues para mandatário por partilharem “a mesma sensibilidade”

MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

“O professor Carmona Rodrigues partilha comigo esta visão de que é preciso fazer as coisas bem feitas e é preciso não deixar ninguém para trás”, afirma a líder do CDS e candidata à Câmara de Lisboa

A líder do CDS justificou esta terça-feira a escolha de Carmona Rodrigues para mandatário da sua candidatura à presidência da Câmara de Lisboa por partilharem da "mesma sensibilidade" em matérias como a habitação social.

"Aqui estamos num bairro social, uma das grandes preocupações também do professor Carmona Rodrigues, que tem estado comigo no ciclo de conferências "Ouvir Lisboa", em visitas aos bairros sociais e, de facto, partilhamos da mesma sensibilidade de que é preciso olhar para todos os aspetos da cidade", disse Assunção Cristas.

Falando aos jornalistas após uma visita ao Bairro da Flamenga, onde vivem perto de 5000 pessoas, na freguesia de Marvila, a centrista considerou que só dessa forma será possível "progredir" e "ter uma cidade mais amiga de todas as pessoas".

"Não apenas dos bairros mais turísticos e daqueles que nos visitam, [mas antes] das pessoas que vivem em toda a cidade", acrescentou.

Para Assunção Cristas, é necessário "ter um olhar muito atento e cuidado" nos bairros sociais. "O professor Carmona Rodrigues também partilha comigo esta visão de que é preciso fazer as coisas bem feitas e é preciso não deixar ninguém para trás", adiantou.

António Carmona Rodrigues foi presidente substituto da Câmara de Lisboa entre 17 de julho de 2004 e 14 de março de 2005, tendo assumido a presidência entre 28 de outubro de 2005 a 18 de maio de 2007.

Deixou o cargo por ter sido constituído arguido no caso Bragaparques no âmbito do processo de permuta e venda dos terrenos do Parque Mayer e Entrecampos, atos entretanto considerados nulos pelos tribunais. Anos depois, foi ilibado.