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Política

Carlos Costa considera que reúne requisitos para continuar como governador do Banco de Portugal

Tiago Miranda

“Cabe a quem nomeia avaliar a idoneidade, ou seja, é no quadro dos bancos centrais. Caso haja dúvidas, há recurso para o Tribunal de Justiça Europeu”, afirmou Carlos Costa, em resposta ao PCP, no Parlamento, onde está a ser ouvido esta quinta-feira

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, disse esta quinta-feira no parlamento que mantém os requisitos necessários para desempenhar o cargo, depois de confrontado pelo PCP sobre os princípios da idoneidade aplicáveis aos líderes de bancos centrais.

"A idoneidade é também aplicável ao governador", questionou o deputado do PCP Miguel Tiago, dirigindo-se ao governador, logo no arranque da audição de Carlos Costa na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa (COFMA).

"Cabe a quem nomeia avaliar a idoneidade, ou seja, é no quadro dos bancos centrais. Caso haja dúvidas, há recurso para o Tribunal de Justiça Europeu", respondeu Carlos Costa.

"Ainda reúne os requisitos?", perguntou Miguel Tiago ao governador.

"Claro que sim, se tem alguma coisa a apontar, faça favor", afirmou o líder do Banco de Portugal.