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Política

Santos Silva pede ajuda ao Congresso americano para a questão da Base das Lajes

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, pediu aos congressistas luso-americanos, em Washington, que ajudem a promover o investimento americano em Portugal e ajudem numa solução para a Base das Lajes

O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, pediu aos congressistas luso-americanos, em Washington, que ajudem a promover o investimento americano em Portugal e ajudem numa solução para a Base das Lajes.

"Eles são muito importantes para nós. Tinha uma mensagem essencial a transmitir, que Portugal é hoje um país estável e de grandes oportunidades de investimento", disse o ministro.
Santos Silva explicou que existem "áreas novas de incremento da cooperação com os EUA, áreas de tecnologia muito avançada, e os congressistas luso-americanos podem puxar por elas, nomeadamente nas tecnologias do espaço e dos oceanos."
O ministro reuniu-se na terça-feira com os republicanos David Valadão e Devin Nunes e com o democrata Jim Costa no edifício do Capitólio.

O congressista Jim Costa disse à Lusa que os representantes "falaram demoradamente sobre os fortes laços que unem os dois países através do atlântico" e sobre as novas oportunidades de investimento.

"Existe potencial significativo de investimentos empresariais, especialmente nas áreas de farmacêutica e energias renováveis", explicou o congressista da Califórnia. Durante o encontro, Santos Silva pediu também que os representantes "evidentemente nunca se esqueçam dos Açores e das Lajes."

"Discutimos os esforços continuados para encontrar novos usos para a Base das Lajes. Portugal é um parceiro antigo e leal dos Estados Unidos, uma aliança com base na NATO, e vamos continuar a trabalhar para fortalecer esses laços", garantiu Jim Costa.

Augusto Santos Silva termina a visita a Washington esta quarta-feira com a participação na sessão plenária dos ministros dos Negócios Estrangeiros da coligação que combate o grupo 'jihadista' Estado Islâmico, composta por 68 países e organizações internacionais.