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Política

Assunção Cristas admite referendo à morte assistida

A presidente do CDS defendeu que o tema merece um debate na sociedade portuguesa e no parlamento

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, não excluiu esta terça-feira a realização de um referendo à morte assistida, argumentando que o tema merece um debate na sociedade portuguesa e no parlamento.

"Essa é uma matéria que também ela merece um debate na sociedade portuguesa, mas eu não excluiria à partida essa hipótese", afirmou Assunção Cristas aos jornalistas, após uma visita à Universidade Internacional da Terceira Idade, em Lisboa.

A líder centrista sublinhou que há muito que debater sobre estas matérias, "desde logo no parlamento", remetendo propostas do partido para quarta-feira, dia em que uma petição pedindo a descriminalização da morte assistida é discutida no plenário do parlamento.

"Certamente que nos vamos posicionar nesse debate procurando ter as soluções mais humanas que possamos ter no século XXI, e essas são aquelas que acompanham a pessoa dando-lhe todo o conforto possível, tirando toda a dor e olhando a pessoa como um todo, e não apenas como alguém que está num momento difícil e tantas vezes terminal na sua vida", afirmou.