Siga-nos

Perfil

Expresso

Política

Federação da Ordem Maçónica lamenta morte de defensor da democracia

Luís Barra

A Federação Portuguesa da Ordem Maçónica Mista Internacional lembrou que Mário Soares “sempre assumiu as contradições que as conjunturas muitas vezes o levariam a ter, mas nunca perdeu o profundo sentido de Estado e de defesa dos interesses de Portugal na Europa e no Mundo”

A Federação Portuguesa da Ordem Maçónica Mista Internacional lamentou esta segunda-feira a morte de Mário Soares, "um defensor da democracia, que marcou para sempre a defesa e a conquista da liberdade" antes e depois do 25 de Abril de 1974.

Em comunicado a Federação Portuguesa da Ordem Maçónica Mista Internacional "Le Droit Humain" — O Direito Humano expressou o seu "profundo pesar pela partida desse Cidadão Maior que foi o Dr.º Mário Soares".

A federação lembrou que Mário Soares "sempre assumiu as contradições que as conjunturas muitas vezes o levariam a ter, mas nunca perdeu o profundo sentido de Estado e de defesa dos interesses de Portugal na Europa e no Mundo".

"Homem, Cidadão, Político e sobretudo um defensor da Democracia, marcou para sempre a defesa e a conquista da Liberdade antes e depois da Revolução do 25 de Abril de 1974", refere a federação, destacando ainda o "sentido de resistência e de dever na defesa das conquistas", principalmente a liberdade.

Mário Soares morreu no sábado, aos 92 anos, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa.

O Governo português decretou três dias de luto nacional, até quarta-feira.