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Política

BE pressiona Governo na integração de professores precários

Luís Barra

Catarina Martins considerou “não aceitável” proposta do Ministério da Educação que abrange apenas 400 professores. Costa deu resposta curta e prometeu apenas “espírito aberto”

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

O BE aproveitou o debate quinzenal para pressionar o Governo a integrar mais do que os 400 professores contratados que o ministro da Educação propõe, no âmbito do processo de contratação definitiva de precários do Estado, inscrita no Orçamento para 2017.

"Como podemos ter professores contratados há décadas e não ser vinculados? Como é possível que digam que será apenas para professores com 20 anos de serviço e com horário completo? E quem está há 19? E quem não tem horário completo? Não é aceitável. O apelo que faço é que isto seja revisto, que este governo faça o que é preciso ser feito", pediu.

O primeiro-ministro foi rápido na resposta e pouco prometeu: "Há uma proposta negocial apresentada, vamos negociar com espírito aberto e construtivo". António Costa preferiu puxar por aquilo que o une ao BE, a ncessidade de haver um "corpo docente estável". "A permanente incerteza no trabalho não é aceitável", insistiu.