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Santana: “comadres políticas da maioria parlamentar vão zangar-se” com a reestruturação da CGD

Luís Barra

A gestão processo do banco público esteve em foco nos comentários de Pedro Santana Lopes e António Vitorino

A concretização da reestruturação da Caixa Geral de Depósitos (CGD) implicará que sejam tomadas “medidas difíceis” e “não vai ser fácil ao PCP e ao Bloco de Esquerda aceitá-las”, afirmou o social-democrata Pedro Santana Lopes no seu comentário semanal de terça-feira à noite na SIC Notícias.

“As comadres políticas da maioria parlamentar vão zangar-se”, afirmou.

Antes, o socialista António Vitorino manifestara a sua convicção de que o plano de reestruturação será mantido, apesar das questões que afetaram a gestão do banco público nos tempos mais recentes, que passaram pela mudança da sua direção.

“Todo o plano de reestruturação, que penso que não será reaberto, depende da credibilidade de quem o vai aplicar e penso que o dr. Paulo Macedo reúne essa credibilidade”, afirmou. Em relação à questão da remuneração da administração da CGD disse que como contribuinte está disposto a que paguem bem, “desde que garantam bons resultado” e “o que é exigido a esta administração da caixa vai ser muito difícil de conseguir”.