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Passos rejeita “falta de transparência” na Caixa entre 2013 e 2015

António Pedro Santos / Lusa

“Não há nenhuma falta de transparência, pelo contrário, penso eu”, enfatizou o antigo-primeiro-ministro acerca do relatório do Tribunal de Contas sobre a Caixa Geral de Depósitos

Pedro Passos Coelho rejeitou esta terça-feira qualquer falta de transparência no controlo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) entre 2013 e 2015, destacando um "nível de auditoria com profundidade e exigência muito maior" do que no passado.

O líder do PSD foi questionado esta terça-feira pelos jornalistas, em Lisboa, sobre o relatório do Tribunal de Contas conhecido esta manhã, no qual o Ministério das Finanças é acusado de "falta de controlo" na CGD entre 2013 e 2015, e salienta que o Estado aprovou documentos de prestação de contas sem ter a informação completa.

"Não há nenhuma falta de transparência, pelo contrário, penso eu. Não acredito que o Governo pense de outra maneira e aquilo que existe é um nível de auditoria com profundidade e exigência muito maior do que existiam no passado", enfatizou.

O antigo primeiro-ministro destacou que "tem havido uma melhoria de transparência, de auditoria, de monitorização que abrangeu todas as instituições do sector empresarial do Estado".

"No caso das instituições do sector financeiro, essas exigências ainda eram superiores e foram realizadas por entidades que têm mais vocação do que a Inspeção-Geral das Finanças para as poder fazer, em particular o próprio Banco de Portugal", sublinhou ainda.