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Marcelo envia condolências e Governo lamenta a morte de Fidel

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa foi um dos últimos Chefes de Estado que Fidel de Castro recebeu na sua residência

Granma

Marcelo Rebelo de Sousa foi um dos últimos Chefes de Estado a ser recebido por Fidel. O PR já enviou as condolências ao Presidente de Cuba e irmão de Fidel, Raúl Castro. O Governo português também lamentou a morte do antigo presidente cubano sublinhando que Fidel é uma figura que “marcou o século XX” e a “a história avaliará” o seu papel

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa enviou as condolências pela morte de Fidel ao Presidente de Cuba, Raúl Castro, onde expressa “sinceras condolências pela morte” do líder histórico da revolução cubana. “No momento em que tomo conhecimento do falecimento do antigo Chefe de Estado Cubano, Comandante Fidel Castro, quero expressar as minhas sinceras condolências ao Presidente Raúl Castro Ruz e ao Povo Cubano”, lê-se numa nota oficial publicada no site da Presidência da República.

Marcelo que foi um dos últimos Chefes de Estado a ser recebido por Fidel de Castro, evoca “ainda, o encontro havido há um mês, em que falámos das relações entre Portugal e Cuba, na perspetiva do seu aprofundamento económico, social e cultural, num mundo em mudança”.

Governo diz que Fidel “marcou o século XX

O Governo português lamentou hoje a morte do antigo presidente cubano Fidel Castro sublinhando que é uma figura que "marcou o século XX" e a "a história avaliará" o seu papel.
"O Governo português apresenta as condolências ao presidente Raul Castro, irmão de Fidel Castro, à família e a todo o povo cubano", disse à agência Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O histórico líder cubano, Fidel Castro, morreu na noite de sexta-feira, 25 de novembro, aos 90 anos, às 22h29 locais (03h29 de sábado em Portugal continental) e já foram várias as reações e condolências apresentadas por diversos líderes políticos mundiais. É uma personalidade histórica de Cuba cuja morte devemos lamentar", considerou o ministro.

Santos Silva referiu que "a história avaliará os méritos e os deméritos do papel de Fidel Castro e da natureza do regime".

Questionado se prevê alguma abertura do regime cubano no futuro, o chefe da diplomacia portuguesa disse não prever "nenhuma evolução súbita da situação em Cuba", mas referiu esperar que Raul Castro "continue este caminho de abertura e de diálogo que possa levar a que, tão cedo quanto possível, seja levantado o bloqueio norte-americano a Cuba".