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CDS condena “segundo Orçamento das esquerdas unidas” em que “impostos não baixam”

MArcos Borga

Telmo Correia reiterou a acusação de que este OE é “de austeridade, com cortes e cativações que já levaram a falhas nos serviços públicos, ao caos nos transportes, a problemas nos hospitais e até ao encerramento de escolas”

O deputado do CDS-PP Telmo Correia defendeu esta sexta-feira que o segundo "Orçamento das esquerdas unidas" é de "austeridade", com "cortes e cativações", e é o segundo em que os impostos não baixam.

"Este é o segundo Orçamento das esquerdas unidas e é o segundo Orçamento em que os impostos não baixam", afirmou Telmo Correia, na intervenção de encerramento do debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2017, que os centristas votarão contra.

Telmo Correia reiterou a acusação de que este OE é "de austeridade, com cortes e cativações que já levaram a falhas nos serviços públicos, ao caos nos transportes, a problemas nos hospitais e até ao encerramento de escolas".

O deputado e dirigente centrista traçou um perfil de um "monge trotskista" para se referir a algumas medidas do OE.

"Os senhores que tanto teorizavam sobre a nossa paixão pela austeridade, como se fosse uma espécie de submissão ao calvinismo radical de origem germânica, o que têm para dizer quando um cidadão que não queira ser penalizado pelas vossas opções o que tem como opção é viver numa casa sem sol, sem vistas, só andar a pé, fumar ou beber nem pensar, e nem o prazer de uma bebida açucarada lhe resta", disse.

"Não é calvinismo, mas é o retrato de um monge trotskista", concluiu.