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“Se for caso disso”, Marcelo falará sobre a CGD quando chegar a Portugal

ANDRÉ KOSTERS / Lusa

Questionado sobre a polémica em torno da obrigatoriedade ou não de os administradores dobanco entregarem declarações de rendimentos no Tribunal Constitucional, o PR respondeu: “Eu não vou comentar nada sobre política interna no estrangeiro. Sou muito constante e teimoso nessa matéria”

O Presidente da República voltou esta tarde a recusar comentar no estrangeiro as polémicas relacionadas com a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e disse que, "se for caso disso" falará do assunto quando chegar a Portugal.

Questionado sobre a polémica em torno da obrigatoriedade ou não de os administradores da Caixa entregarem declarações de rendimentos no Tribunal Constitucional, respondeu: "Eu não vou comentar nada sobre política interna no estrangeiro. Sou muito constante e teimoso nessa matéria".

"Portanto, se for caso disso, quando chegar a Portugal, logo veremos se faz sentido comentar o que quer que seja, mas aqui não", completou Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas em Cartagena das Índias, na Colômbia, onde se encontra para participar na 25.ª Cimeira Ibero-Americana, que decorre entre hoje e sábado.

O chefe de Estado está fora do país desde terça-feira, quando viajou para Havana, Cuba, onde esteve em visita de Estado, e chegou a Cartagena na quinta-feira à noite. Antes de regressar a Lisboa, estará ainda em Brasília, na 11.ª Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), na segunda e na terça-feira.