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António Costa lamenta grande perda para a ciência portuguesa

O primeiro-ministro caracterizou João Lobo Antunes como “um cidadão sempre ativo e que deu muito à vida democrática portuguesa”

TIAGO PETINGA/ Lusa

O primeiro-ministro considerou quinta-feira que a morte do neurocirurgião João Lobo Antunes, aos 72 anos, representou uma grande perda para o país e para a ciência, frisando que foi uma grande figura da medicina portuguesa.

António Costa falava aos jornalistas no final de uma homenagem ao antigo dirigente do CDS e antigo vereador da Câmara de Lisboa Pedro Feist.

"Foi com grande pesar que recebi a notícia do falecimento de João Lobo Antunes. Tratou-se de uma grande perda para o país, porque foi uma grande figura da ciência e da medicina", começou por declarar o líder do executivo.

António Costa caracterizou João Lobo Antunes como "um cidadão sempre ativo e que deu muito à vida democrática portuguesa".

"Mas, sobretudo, considero que se tratou de uma grande perda para a ciência em Portugal. Todos partilhamos o luto não só da sua família, não só da comunidade académica, mas também um pouco de todos nós", acrescentou.

O neurocirurgião João Lobo Antunes, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, morreu esta quinta-feira, aos 72 anos.

Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, com uma média final de 19,47 valores, foi professor catedrático de neurocirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretor de serviço de neurocirurgia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Em 1996, recebeu o Prémio Pessoa, instituído pelo jornal Expresso, do grupo Impresa.