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Aníbal Pires apela ao voto que irá “decidir futuro da região”

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Um cidadão exerce o seu direito de voto nas eleições legislativas da Região Autónoma dos Açores, em Arrifes, ilha de São Miguel, Açores.

MÁRIO CRUZ/LUSA

Cerca de 7,47% dos eleitores inscritos tinha votado até às 11h00 locais. Há quatro anos, até à mesma hora, 10,34% dos eleitores tinham exercido o direito de voto nas legislativas regionais

O coordenador da CDU/Açores e candidato a deputado no parlamento regional, Aníbal Pires, disse que as eleições deste domingo decidem o futuro de médio prazo desta Região Autónoma, apelando a que os açorianos não deixem de votar.

“Aquilo que é importante é que os 228 mil eleitores da Região Autónoma dos Açores possam exercer o direito de voto, a democracia e a liberdade precisam de ser cultivadas todos os dias, designadamente no dia das eleições, até porque hoje define-se aquilo que será o futuro de médio prazo da região e é importante que os cidadãos participem”, declarou Aníbal Pires aos jornalistas, após ter votado na Escola da Mãe de Deus, na freguesia de São Pedro, Ponta Delgada (ilha de São Miguel).

“Aquilo que eu mais desejo é que os eleitores venham às urnas e participem neste ato eleitoral”, sublinhou.
O candidato, que é cabeça de lista pelo círculo eleitoral de São Miguel, o maior do arquipélago, que elege 20 deputados, votou depois das 11h00 (mais uma hora em Lisboa).

Aníbal Pires lembrou que os cadernos eleitorais precisam de ser atualizados, referindo: “temos muitos dos nossos emigrantes que têm cartão do cidadão e residência aqui, legitimamente, mas que não estão presentes, calcula-se que mais de 15 por cento da abstenção resulte desta questão dos cadernos eleitorais”.

Cerca de 7,47 por cento dos eleitores inscritos para as eleições (228.160 no total) tinha votado até às 11h00 locais (mais uma hora em Lisboa), segundo dados da Direção Regional de Organização e Administração Pública (DROAP).

Segundo esta direção regional, há quatro anos, até à mesma hora, 10,34% dos eleitores tinham exercido o direito de voto nas legislativas regionais.

Nas eleições regionais de 2008, a abstenção registou a maior taxa de sempre neste tipo de sufrágio, com 53,34% dos 192.943 eleitores a não votarem. Há quatro anos a abstenção situou-se nos 52,14%.

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