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Marcelo e a nomeação de Guterres: “Mesmo na comunidade internacional não há poderes ilimitados”

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José Carlos Carvalho

Não haver poderes ilimitados “é positivo porque é um passo que se dá na democratização da vida internacional”, diz o Presidente

O Presidente da República considera que o processo de eleição de António Guterres como secretário-geral da ONU mostra que "mesmo na comunidade internacional não há poderes ilimitados".

"Na comunidade internacional este processo foi muito transparente e mostrou que mesmo na comunidade internacional todo o poder é limitado. Não há poderes ilimitados. Isso é positivo porque é um passo que se dá na democratização da vida internacional", declarou.

O Presidente da República respondia aos jornalistas, no final de uma visita à Escola de Fuzileiros, Barreiro, após questionado sobre que ilações a Europa e a Alemanha deveriam retirar sobre a forma como decorreu o processo que culminou na indicação de António Guterres como favorito para secretário-geral da ONU pelo Conselho de Segurança.

Marcelo Rebelo de Sousa entende que o resultado da sessão de quarta-feira no Conselho de Segurança "foi muito bom para Portugal", para as Nações Unidas e para a Europa e considera "menor o facto de haver quem não tenha percebido logo que era tão bom para a Europa".

O antigo primeiro-ministro português António Guterres foi na quarta-feira indicado como favorito para secretário-geral da ONU pelo Conselho de Segurança à Assembleia-geral, que deverá aprovar o seu nome dentro de alguns dias.