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PS diz que dados do INE sobre o défice arrasam com “discursos catastrofistas” da oposição

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João Galamba diz que números são “francamente positivos e que é a oposição que precisa de um plano B

O porta-voz do PS, João Galamba, afirmou esta sexta-feira que os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o défice do primeiro semestre arrasam com os "discursos catastrofistas e alarmistas" da oposição.

"Se há alguém que precisa urgentemente de um ‘plano B' é a oposição e todos aqueles que insistem diariamente em discursos catastrofistas e alarmistas que não têm qualquer correspondência com a realidade", disse o deputado socialista no Parlamento.

Segundo dados do INE, o défice das administrações públicas foi de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro semestre deste ano, uma diminuição face aos 4,6% registados no período homólogo.

"Estamos neste momento a reduzir o défice no dobro do previsto no orçamento [do Estado para 2016]. Se estes números se mantivessem até final do ano, ficaríamos francamente abaixo da meta inscrita no Orçamento. Não é expectável que isso aconteça. O objetivo é que fique em linha com as metas do Orçamento e estes números o que vêm dizer é que estamos no bom caminho", continuou o parlamentar do PS.

Para o deputado socialista, "no ano passado, nesta altura do ano", a meta era de 2,7% e o défice tinha ficado em 4,6%, sendo considerado "ao alcance do Governo anterior".

"Agora, ficou em 2,8% e o objetivo que está no orçamento é 2,2%. Portanto, está muito mais ao alcance porque estamos a melhorá-lo muito mais do que no ano passado", defendeu, salientando tratar-se de "números francamente positivos", "excelentes notícias para o país", que "confirmam o discurso do Governo" e "fundamentam a confiança em atingir metas e o défice mais baixo da democracia portuguesa".

Apesar da descida do défice, o valor até junho está acima da meta do Governo para este ano, que é de 2,2%, e está também ligeiramente acima da estimativa apresentada pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), cujo valor central era de 2,7%.