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Carlos César: “É possível que as nossas previsões não venham a confirmar-se”

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Marcos Borga

Em entrevista à TSF, o presidente do PS e líder parlamentar admite que o desempenho da economia previsto no OE 2016 não venha a concretizar-se. E não acredita que a UE decida pela suspensão dos fundos a Portugal: “Seria uma decisão surpreendente”

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Assume que as metas para o crescimento económico previstas no Orçamento do Estado serão difíceis de concretizar mas ainda acredita que possa haver um aumento do "ritmo do crescimento da economia" nos meses que faltam até ao final do ano: "É possível que as nossas previsões não venham a confirmar-se mas temos alguns indicadores que são prometedores", justifica Carlos César, em entrevista à TSF.

"Temos consciência de que o que estamos a fazer é insuficiente e muito condicionado. Trabalhamos sabendo que não estamos a fazer tudo o que gostaríamos de fazer mas que estamos a fazer tudo o que podemos fazer", diz o presidente do PS e líder parlamentar.

César lembra os "compromissos externos que obrigam à preservação de indicadores como o défice"e diz não acreditar que a União Europeia penalize Portugal com a suspensão de fundos comunitários. "Seria uma decisão surpreendente", comenta.