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Vieira da Silva confirma novo aumento das pensões em 2017

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Conselho de Ministros fez "debate aprofundado sobre situação económica" para estruturar o cenário macroeconómico que servirá de base para a elaboração do Orçamento do Estado para 2017

O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, defendeu hoje que o défice ficará abaixo dos 2,5%, que a economia portuguesa está em recuperação e que esse será um dos vetores da preparação do Orçamento do Estado para 2017.

"A economia portuguesa não é uma economia em estagnação, é uma economia em recuperação económica", afirmou Vieira da Silva sublinhando que "esse será um vetor para 2017".

De acordo com Vieira da Silva, "a economia portuguesa, nomeadamente na sua dimensão orçamental, está a dar sinais muito claros de que Portugal irá atingir de forma confortável os objetivos em matéria de redução do défice orçamental" e que será possível que "o défice se situe claramente abaixo de 2,5% do PIB".

Questionado sobre eventuais aumentos nas pensões, o ministro não quis "adiantar aspetos particulares para 2017" mas enunciou que o Governo "continuará a concretizar aquelas que foram as opções fundamentais desde início" e que passam pela "recuperação de rendimentos dos portugueses".

"O Governo já no ano anterior [2016], e ao fim de vários anos de congelamento, voltou a por em funcionamento o mecanismo normal de atualização de pensões", disse José Vieira da Silva.

"Queremos aprofundar e continuar a estratégia de reposição de rendimento das famílias", assegurou o ministro da tutela. "Julgo que teremos todas as condições para, mais uma vez, chegar a um entendimento e ponto de convergência entre as diferentes forças políticas que criaram condições para esta solução governativa", declarou, referindo-se ao BE, PCP e PEV.

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social falava em conferência de imprensa após o Conselho de Ministros em que, disse, foi feito um "debate aprofundado sobre situação económica", para estruturar o cenário macroeconómico, que servirá de base para a elaboração do Orçamento do Estado para 2017.