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PR separa detenção de diretor do Museu da Presidência de iniciativas que desencadeou

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José Caria

“Esta investigação é uma realidade separada de iniciativas tomadas já no meu mandato, se quiserem. São realidades complementares, mas separadas, uma vez que [a Diogo Gaspar, detido esta manhã pela PJ] começou bem antes do mandato presidencial que me respeita“, diz Marcelo

O Presidente da República separa a investigação judicial que levou à detenção do diretor do Museu da Presidência de iniciativas que desencadeou neste início de mandato, numa alusão à auditoria interna sobre as contas de Belém.

"Esta investigação é uma realidade separada de iniciativas tomadas já no meu mandato, se quiserem. São realidades complementares, mas separadas, uma vez que [esta investigação] começou bem antes do mandato presidencial que me respeita", declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, no Parlamento.

O Presidente da República considerou hoje, a propósito da detenção do diretor do Museu da Presidência, que os portugueses esperam que "a justiça se aplique sem discriminações", e disse ter dado instruções para "total colaboração" nessa investigação.

Questionado sobre a detenção do diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, o chefe de Estado disse: "De facto, confirma-se um conjunto de investigações que respeitam a um funcionário por factos antigos, um diretor de serviço antigo, muito conceituado, condecorado pelos meus antecessores, que deve ser presumido inocente, e espero que possa provar a inocência".

Salientando que os portugueses esperam que "a justiça se aplique sem discriminações", adiantou que "a justiça é igual para todos e, portanto, naturalmente que deve estar sujeito, ele [Diogo Gaspar], como todos nós, à investigação da justiça. E dei instruções para que houvesse a total colaboração nessa investigação em curso", acrescentou.