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Política

Distrital do PSD/Porto demite-se

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Em comunicado, os orgãos distritais anunciam a convocação de eleições para o dia 23 de julho

Os órgãos distritais do Porto do Partido Social Democrata decidiram esta segunda-feira demitir-se, convocando novas eleições para 23 de julho, refere um comunicado da distrital.

"Os órgãos distritais decidiram demitir-se e convocarem eleições para o dia 23 de julho, de acordo com os prazos estatutários", indica comunicado assinado pelo presidente da mesa da assembleia distrital do PSD, Sérgio Humberto, pelo presidente da comissão política da distrital, Virgílio Macedo, e pelo presidente do conselho de jurisdição distrital, Adriano Rafael Moreira.

O comunicado foi enviado no decorrer da assembleia distrital dos sociais-democratas do Porto, que ainda decorria às 10h30.

A distrital considera ser "do interesse" do PSD que, em setembro, "exista em funções uma Comissão Política Distrital com mandato que garanta a cobertura integral do calendário autárquico de 2017".

Informa ter tido conhecimento, por parte da Comissão Coordenadora Nacional do Processo Autárquico, que o cronograma das Eleições Autárquicas de 2017 prevê a aprovação de candidaturas por parte da Comissão Política Nacional a partir do início do quarto trimestre do corrente ano.

"De acordo com os Estatutos, as candidaturas a serem enviadas para homologação por parte da Comissão Politica Nacional carecem de aprovação prévia por parte da Comissão Política Distrital, o que poderá ocorrer durante o mês de setembro", assinala.
Nas últimas semanas foi divulgada uma carta assinada por vários militantes do PSD que pediam a antecipação das eleições da comissão política distrital liderada por Virgílio Ferreira.
"O que nós fizemos com essa carta foi chamar a atenção de que o ano de 2017 é muito importante e seria importante que a comissão política tivesse um mandato devidamente legitimado, uma vez que Virgílio Macedo, em termos estatutários, não terá a possibilidade de se recandidatar", explicou no início de junho António Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia e um dos subscritores.
Também o líder da concelhia do PSD do Porto, Miguel Seabra, disse então ter a "garantia pessoal" do presidente da distrital de que iria fazer a marcação das eleições "durante o corrente ano".