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Moção do PCP “dá voz aos protestos” contra política do Governo da Madeira

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O deputado comunista Ricardo Lume criticou as políticas para os vários sectores económicos, da educação, da saúde e da cultura, dizendo que a “forma de governar do presidente do Governo Regional é o do ‘deixa andar e depois logo se vê‘”

O deputado do PCP na Assembleia Legislativa da Madeira Ricardo Lume considerou esta manhã que a moção de censura que o partido apresentou contra o Governo Regional "dá voz aos protestos contra a atual forma de gerir os destinos da Região".

Ricardo Lume, que defendeu a moção de censura apresentada pelo PCP, considerou que, "15 meses [decorridos depois] das eleições regionais de 29 de março de 2015 (...) foi tempo mais que suficiente para demonstrar o desnorte desta governação e a falta de projeto e de estratégia para dar resposta aos problemas que afetam diretamente os madeirenses e porto-santenses".

"Esta moção de censura dá voz aos mais de 55% de eleitores madeirenses que nunca acreditaram nesta solução governativa para a Região, mas também a todos aqueles que, tendo votado no PSD a 29 de março de 2015, acreditando em algo de novo, hoje são fortes críticos à atuação do PSD de Miguel Albuquerque", afirmou.

Ricardo Lume sublinhou que "enquanto a vida se torna cada vez mais azeda e difícil para a maioria dos madeirenses e porto-santenses e faltam verbas para o essencial, o regabofe do esbanjamento de dinheiros públicos no que é acessório, continua".

O deputando comunista acentuou, ainda, que "as recentes convulsões na área da Saúde, que provocaram a demissão do diretor clínico do SESARAM, [e] dos diretores das várias especialidades do Hospital do Funchal, não é reflexo de um problema isolado ou limitado a uma determinada forma de administração de áreas da Saúde, o que está em causa, isso sim, é um problema de opções políticas por parte do Governo Regional".

O deputado criticou as políticas para os vários setores económicos, da educação, da saúde e da cultura, dizendo que a "forma de governar do presidente do Governo Regional é o do "deixa andar e depois logo se vê".