Siga-nos

Perfil

Expresso

Política

BE diz que apoio ao Governo é uma força para combater a chantagem europeia

  • 333

NUNO VEIGA / LUSA

“O BE é uma garantia de que não vamos ter qualquer retrocesso nos direitos adquiridos (...) e uma garantia também que seremos essa voz que dá força a que no debate europeu nós possamos ter mais força para combater a chantagem europeia sobre o país”, disse este domingo Pedro Filipe Soares

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, afirmou este domingo que o apoio parlamentar do BE ao governo socialista é uma força para combater "a chantagem europeia" sobre o país.

"O BE é uma garantia de que não vamos ter qualquer retrocesso nos direitos adquiridos (...) e uma garantia também que seremos essa voz que dá força a que no debate europeu nós possamos ter mais força para combater a chantagem europeia sobre o país", disse Pedro Filipe Soares.

O líder parlamentar bloquista falava aos jornalistas após a sessão de encerramento do 21.º Congresso Nacional do PS no qual os bloquistas se fizeram representar pelo seu líder parlamentar, Pedro Filipe Soares, e elementos da distrital e da concelhia de Lisboa, respetivamente Filipa Gonçalves e Ricardo Robles.

À pergunta se o país estará debaixo de quaisquer sanções, Filipe Soares respondeu: "nós hoje temos uma maioria parlamentar que diz não. Portugal não deve merecer qualquer sanção europeia".

Confrontado com a posição defendida pelo eurodeputado socialista Francisco Assis no congresso - no qual advertiu para o contágio "do vírus ideológico populista antieuropeu" e criticou "a retórica" das forças da extrema-esquerda - o líder parlamentar bloquista afirmou que o BE "não está debaixo de qualquer vírus, está bem de saúde e recomenda-se".

"Estamos a lutar por aquilo que é a nossa génese e o que nos faz mover: os direitos das pessoas, a garantia de combate às desigualdades e a recuperação de rendimentos, é isso que nos move diariamente", rematou.

  • PCP: Governo tem que rejeitar submissão à UE

    Jerónimo de Sousa insistiu esta tarde na rejeição das sanções da União Europeia por Portugal. No discurso de encerramento da Festa da Amizade, um encontro com apoiantes do partido em Almada, o secretário-geral comunista disse que o PCP tinha razão e que é preciso acabar com uma submissão às políticas de Bruxelas