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Política

Carlos César admite retificativo sem dramas

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Carlos César durante o debate do Orçamento Geral do Estado para 2016

Marcos Borga

O presidente do Partido Socialista, na Grande Entrevista da RTP3, referiu que encara “de forma menos confiante” a repetida prática de retificativos

Carlos César admitiu a possibilidade de um orçamento retificativo sem dramas. No programa da RTP3 “Grande Entrevista”, transmitido na noite desta quarta-feira, quando lhe perguntaram se encara com dramatismo uma correção à previsão inicial de despesas e receitas do Estado para este ano, o presidente do Partido Socialista respondeu: “Nunca encaro”.

E depois explicou: “Encaro é de forma menos confiante uma prática recorrente de orçamento retificativos”. Carlos César defendeu que com as sucessivas correções, acaba por se estar conceber um documento “artificial”.

Um retificativo será, na opinião do socialista, uma opção “se for justificado por questões, designadamente externas ou por necessidade de despesas inesperadas, súbitas ou eventualmente mal avaliadas”.

As mudanças aos Orçamento do Estado têm sido várias vezes motivo de discussão e Carlos César fez questão de lembrar na entrevista que “a existência de um orçamento retificativo não é por si só uma definição negativa”.