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“Coordenador-geral da geringonça, sim, a título honorário não vale a pena”, diz Carlos César

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Em entrevista ao Expresso, o presidente do Partido Socialista e líder do seu grupo parlamentar aceita o título de “coordenador-geral” da geringonça e considera que ao fim de seis meses ela está coesa

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

A "geringonça" - termo de que não gosta mas aceita (prefere o de "caranguejola aplicado à direita" está coesa e ao fim de seis meses não se perfila no horizonte razão para que os acordos que a puseram de pé sejam postos em causa, afirma Carlos César em entrevista ao Expresso.

O presidente do Partido Socialista assume também que no atual contexto financeiro tem de se "esticar a corda" para se fazer o máximo.

"Já há um andamento intuitivo no tratamento das questões que envolvem os partidos que apoiam o Governo", afirma Carlos César nesta entrevista, em que aborda também os problemas relativos à renegociação da dívida, tema relativo ao qual o seu partido diverge dos parceiros, bem como do relacionamento com o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e o Congresso do PS, dentro de três semanas.

"Sentimo-nos bem com o estilo expansivo do Presidente", diz o presidente do PS, que refere não dar conta no seu partido de nenhum incómodo, pelo contrário, constata até "um entusiasmo até um pouco inesperado".

Saiba mais na edição deste sábado do Expresso