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PCP não apoia Medina em Lisboa

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Manuel Almeida / Lusa

Jerónimo de Sousa afasta a hipótese de comunistas e socialistas se apresentarem juntos nas autárquicas, mesmo considerando as grandes cidades. Mais que definir uma estratégia “em função deste ou daquele nome ou figura”, importa a existência de “um projeto”, disse à TSF

Jerónimo de Sousa reconhece mérito a António Costa, ao considerar que este se está afirmar como primeiro-ministro e a mostrar capacidade de diálogo, mas afasta a hipótese de uma coligação entre comunistas e socialistas nas próximas eleições autárquicas, mesmo considerando o caso das grandes cidades.

O líder do PCP disse-o aos microfones da TSF, numa entrevista a transmitir no sábado, defendendo que a CDU “tem virtualidades e potencialidades” que o levam a “considerar a importância da sua continuação”.

Para Jerónimo de Sousa, mais que definir uma estratégia “em função deste ou daquele nome ou figura”, importa a existência de “um projeto e de um programa” para as diferentes autarquias.

Sublinhando não ter a intenção “de antecipar uma decisão coletiva”, dado que a linha estratégica para as autárquicas vai ser discuitida “em breve”, o líder comunista frisou a sua posição: “Em termos de experiência, seja em maioria ou minoria, a CDU continua a ter atualidade e validade".