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Política

Congresso do CDS-PP vai discutir dez moções de estratégia global

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Mário Cruz/ Lusa

O 26º congresso tem data marcada para 12 e 13 de março. Uma das moções em discussão é referente à liderança do partido. Assunção Cristas é a única candidata

O 26.º congresso do CDS-PP, que se realiza a 12 e 13 de março em Gondomar, vai discutir dez moções de estratégia global, entre as quais a da candidata à liderança do partido, Assunção Cristas.

Em declarações à Lusa, o presidente da comissão organizadora do congresso, António Carlos Monteiro, adiantou que até às 00h de sexta-feira, hora limite para a entrega dos documentos, deram entrada dez moções de estratégia global e dez moções setoriais.

De acordo com o regulamento do congresso, as moções de estratégia global "têm como objeto fixar a orientação geral do partido" e devem ser subscritas por, pelo menos, 300 militantes.

As moções de estratégia global são apresentadas e discutidas em congresso e são votadas em alternativa na reunião magna do partido.
As moções de estratégia setoriais "têm como objeto fixar a orientação do partido em relação a assuntos políticos específicos", devendo ser subscritas por, pelo menos, 150 militantes.

Estas moções serão apresentadas no congresso, mas a sua discussão e votação apenas será feita em conselho nacional convocado, a seguir ao congresso, para esse efeito.

Entre as dez moções de estratégia global entregues está a de Assunção Cristas, a única candidata à sucessão do líder democrata-cristão, Paulo Portas. A moção de 31 página da ex-ministra intitula-se "Ambição e Responsabilidade para Portugal".

O 26.º Congresso do CDS-PP escolhe o sucessor de Paulo Portas, que está na presidência do partido desde 1998, tendo estado afastado da direção centrista apenas dois anos, entre 2005 e 2007, durante a liderança de José Ribeiro e Castro.