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Costa desafia Passos para consensos políticos

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Luís Barra

António Costa é claro: “Não queremos nem pretendemos excluir ninguém do diálogo político”. Ao Expresso, o PM diz que é preciso “respeitar o luto da direita”, acredita que o PSD se pode “tornar um parceiro ativo” e que há “matérias que pela sua natureza convidam a consensos políticos”. Agora a prioridade é governar com estabilidade. “O tempo dos adversários já passou”. Está “tranquilo” com as esquerdas, mas sobre as melhorias no OE avisa: “As balizas são conhecidas”. Fala em “fetichismo” nas 35 horas, e espera poder aumentar a Função Pública em 2017. Garante que com ele a CGD será “sempre 100% pública”. “Pressões acrescidas”, não as sente. Continua a fazer puzzles, que lhe “dão tempo em vez de lho consumirem.”

Saiba mais na edição deste sábado do Expresso.