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Francisco Pinto Balsemão assina manifesto da morte assistida

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Alberto Frias

Fundador do Expresso e presidente do grupo Impresa juntou-se aos 100 subscritores iniciais

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Francisco Pinto Balsemão é um dos novos subscritores do manifesto "Direito a morrer com dignidade", que defende a despenalização da morte assistida.

O manifesto foi divulgado no fim de semana e desde então tem recebido a adesão de dezenas de pessoas, muitas anónimas, entre as quais avulta o fundador do Expresso. Francisco Pinto Balsemão junta-se assim a um conjunto de notáveis do PSD, como Paula Teixeira da Cruz, Rui Rio ou Pacheco Pereira, que subscreveram o manifesto.

Outra das novas adesões é a da recém-eleita bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco. Para Francisco Pinto Balsemão, "esta é uma causa que, sem sombra de dúvida, se deve defender".

A morte assistida, vulgarmente conhecida como eutanásia, é atualmente punida pelo código penal com uma pena até três anos.

PODE LER AQUI O MANIFESTO NA ÍNTEGRA

  • Direito a morrer com dignidade

    O Expresso publica este sábado um manifesto em defesa da despenalização da morte assistida, assinado por 112 personalidades das mais variadas áreas da sociedade, incluindo atuais ou ex-titulares de cargos políticos como João Semedo, Paula Teixeira da Cruz, Rui Rio, Alexandre Quintanilha, Pacheco Pereira ou Mariana Mortágua. A morte assistida consiste no ato de, em resposta a um pedido do próprio, antecipar ou abreviar a morte de doentes em grande sofrimento e sem esperança de cura