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Carlos César. Este é um Governo “legítimo” e “entusiasmado”, que quer contar com a oposição

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“Diálogo” foi palavra recorrente na intervenção de Carlos César, pelo PS, que, aludindo ao acordo das esquerdas, frisou: “Estamos juntos, não por um desejo comezinho de poder, mas por Portugal”

Um “Governo legítimo”, empenhado em “retomar o dinamismo do diálogo social” e com “entusiasmo” para construir uma “mudança de política”, assim retratou Carlos César o novo executivo.

Na intervenção de encerramento, em nome do PS, o deputado dirigiu-se várias vezes à oposição, começando por afirmar que “o PS e evidentemente o Governo não entendem a oposição como o inimigo”, porque não têm, disse “inimigos entre os portugueses”.

Antes, numa alusão aos “acordos pioneiros” com os partidos da esquerda, insistiu no compromisso existente para o diálogo e para o facto de “estarmos juntos, não por um desejo comezinho de poder, mas por Portugal”.

“A democracia não se confina aos atos eleitorais”, continuou, falando dos “milhares de portugueses que fazem democracia todos os dias“, em espaços como as autarquias, escolas, associações...

“Compete-nos estar cada vez mais junto dos portugueses”, disse, voltando à oposição, para reafirmar que dela não é esperado apenas “o papel de se opôr”.

Carlos César parafraseou até Passos Coelho: “Esperamos da oposição uma relação de confiança, de responsabilidade e de abertura” Para concluir: “É tempo de ultrapassar o agastamento e a invocação das atribulações passadas. É tempo de reconstruir! e de mudar para a frente”.