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Política

PSD reafirma que meta do défice de 2,7% é cumprível

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Pela voz do deputado social-democrata António Leitão Amaro, o partido assegurou que os dados agora conhecidos sobre a evolução da economia no terceiro trimestre significam que a meta é realista. “É um crescimento saudável”, defende Leitão Amaro

O PSD defendeu esta sexta-feira que os dados do INE sobre a evolução da economia no terceiro trimestre confirmam que a meta estabelecida para o défice deste ano, 2,7%, é cumprível.

“Estes dados confirmam que a meta do défice com que Portugal se comprometeu internacionalmente é cumprível, por isso, podemos ficar claramente abaixo dos 3%”, declarou o deputado do PSD António Leitão Amaro aos jornalistas, na Assembleia da República.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre as contas nacionais divulgados esta sexta-feira, no terceiro trimestre deste ano o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma variação nula em relação ao trimestre anterior ano e aumentou 1,4% em termos homólogos. Num comentário a estes dados, o deputado do PSD António Leitão Amaro centrou-se na variação do PIB em termos homólogos, considerando que se registou “um crescimento importante” da economia face ao ano passado.

O ex-secretário de Estado da Administração Local disse que esse crescimento “está em linha com as estimativas do Governo português” e é “significativamente superior ao da década perdida de 2000”. Segundo o deputado do PSD, os dados agora divulgados “demonstram também que o crescimento se está a fazer da forma correta, baseado nas exportações e menos na procura interna”.

“Previsões do Governo sempre foram seguras”

“É um crescimento saudável, sendo por isso as previsões do Governo português expectavelmente cumpridas. Sempre foram previsões conservadoras, seguras e por isso nós acreditamos que serão mais uma vez cumpridas e que os portugueses têm razões para acreditar no desempenho da sua economia”, afirmou.

António Leitão Amaro referiu que “o cumprimento da meta do défice depende naturalmente também da arrecadação da receita fiscal, que é um resultado do desempenho da economia”.

“Se, por um lado, a meta para o ano se vai cumprir e se nós estamos a crescer mais, bastante mais, face ao período homólogo do ano passado, é importante olhar também para o investimento e assegurar que as políticas públicas para a promoção e o estímulo do investimento privado prosseguem com estabilidade, dirigidas à confiança das empresas e dos empresários, para que o investimento prossiga”, acrescentou.