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Passos pede campanha “com muito amor” e acusa esquerda de “irrealismo”

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O primeiro-ministro durante a campanha no Mercado em Braga

HUGO DELGADO / Lusa

Depois de quase ter sido agredido, horas antes em Braga, por professores e lesados do BES, Pedro Passos Coelho pediu uma campanha com “muito amor” em Vila Verde, distrito de Braga

O líder da coligação “Portugal à Frente” (PSD/CDS-PP) e candidato a primeiro-ministro acusou os partidos à esquerda de só se entenderem quando é para falar de “irrealismo” e para fazer promessas “que sabem não poder cumprir”.

Em Vila Verde, distrito de Braga, Pedro Passos Coelho, que pediu uma campanha com “muito amor”, depois de o terem tentado agredir, horas antes, em Braga, episódio que o próprio desvalorizou. E voltou a apontar os empregos criados durante o Governo que comandou como um exemplo do que um caminho de “rigor e exigência” pode atingir.

“Às vezes olhamos para os partidos à esquerda da coligação 'Portugal à Frente' e vemos bem quando é que eles se entendem e quando não se entendem. Quando se trata de falar de irrealismo e de prometer o que sabem que não podem cumprir estão todos de acordo”, afirmou. “Mas depois, quando se trata de saber o que fazer em concreto e começar a contar os votos que cada um deve ter, aí eles não se entendem”, acrescentou.

Sobre os últimos quatro anos de governação PSD/CDS, o líder da PàF lembrou a criação de emprego como uma das vitórias da sua governação e apontou o caminho para o futuro. “Não conseguimos ainda dar emprego a todos aqueles que o perderam, mas já conseguimos criar metade do emprego. E tenho a certeza que nos próximos quatro anos, se continuarmos o nosso caminho de rigor e exigência mas também de aposta na Educação, na Saúde, na Ciência, se trabalharmos cada vez mais e melhor, não tenho dúvida que aquilo que hoje podemos, mais do que podemos há quatro anos, será muito mais ainda daqui a quatro, se não hesitarmos”, disse.