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Horta Osório defende mais reformas para Portugal crescer

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Para Horta Osório, o país tem de continuar a controlar a divida e a melhorar a sua produtividade e competitividade, “estimulando a concorrência”

Tiago Miranda

“Temos que continuar a fazer mais reformas estruturais, para continuar a melhorar a nossa competitividade, que levará ao aumento do nível de vida a prazo”, defendeu o presidente do Lloyds Bank no primeiro jantar conferência da Universidade de Verão do PSD

O presidente do Lloyds Bank, António Horta Osório, defendeu na segunda-feira que Portugal deve continuar a fazer reformas estruturais para crescer “a prazo”, sublinhando ainda que o país deve continuar a controlar a dívida.

“Portugal fez reformas muito significativas desde a crise, ao nível da saúde, ao nível da administração pública e a nível fiscal, mas temos que continuar a fazer mais reformas estruturais, que levam tempo para continuar a melhorar a nossa competitividade, que levará ao aumento do nível de vida a prazo”, disse.

“Isso significa mais reformas a nível de aumento da concorrência e de defesa das autoridades da concorrência, baixar a fatura energética e melhorar, por exemplo, a formação ao nível das empresas e dos jovens”, defendeu, durante o primeiro jantar conferência da Universidade de Verão do PSD, que arrancou na segunda-feira em Castelo de Vide, no distrito de Portalegre.

“Só as reformas estruturais, conjugadas com o continuarmos a viver dentro das nossas posses, é que poderão levar a um crescimento significativo a prazo do nível de vida das populações”, disse.

Para o presidente do Lloyds Bank, o país tem de continuar a controlar a divida e a melhorar a sua produtividade e competitividade, estimulando a concorrência, “baixando o peso do Estado”, libertando espaço para baixar os impostos e estimular a iniciativa privada, com reformas.

“Esse é o caminho para uma maior prosperidade”, afirmou.

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