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António Costa. Contas socialistas estão feitas e são alternativa ao “radicalismo ideológico” da coligação

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Alberto Frias

Na apresentação do impacto económico do programa socialista, o líder do partido enumerou as cinco prioridades do PS e defendeu “compromissos” em vez de “promessas”

“Assumimos compromissos, não fazemos promessas”, afirmou esta quarta-feira o líder socialista António Costa durante a apresentação do impacto económico do programa eleitoral do PS, na sede do partido, em Lisboa.

Sublinhando que os portugueses estão perante uma escolha “entre a continuidade” das políticas recentes “ou a construção de uma alternativa de confiança, não assente em ilusões mas sim numa análise séria e realista” com base na situação do país, Costa garante que o partido tem as contas feitas. E enumera também as cinco prioridades socialistas: promover o emprego e combater a precaridade; dar prioridade às pessoas; aumentar o rendimento disponível das famílias; resolver os bloqueios de financiamento às empresas e promover um Estado “forte, inteligente e moderno”.

O secretário-geral do PS, que deixou críticas ao que classificou como “radicalismo ideológico da coligação”, começou por acusar o atual Governo de ter conduzido o país a um retrocesso ao qual os socialistas “não se resignam” e assegurou, no final, que o partido está disponível para responder a todas as questões que venham a ser colocadas sobre as medidas apresentadas.

“A construção da confiança não é uma questão de fé”, disse ainda António Costa, que foi particularmente crítico em relação às propostas do PSD/CDS em relação à Segurança Social.