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Gravidez de risco limita presença de Joana Amaral Dias na campanha eleitoral

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Joana Amaral Dias deu a conhecer as suas limitações de saúde numa conferência de imprensa em que esteve acompanhada por Nuno Ramos de Almeida e Gil Garcia

MÁRIO CRUZ / Lusa

Cabeça de lista em Lisboa da coligação Agir assume que o seu estado de saúde terá consequências não só na campanha para as legislativas como futuramente caso seja eleita

A revelação foi feita esta terça-feira pela cabeça de lista por Lisboa da coligação Agir: Joana Amaral Dias enfrenta uma gravidez de risco que influenciará a campanha eleitoral para as legislativas.

A líder do movimento cidadão Agir anuncia que, caso seja eleita e volte a ser mãe, gozará a respetiva licença de parto, sendo substituída por um elemento da mesma plataforma, como ficou acordado com as restantes forças políticas que formam a coligação: Partido Trabalhista Português (PTP) e Movimento Alternativa Socialista (MAS).

“Esta gravidez, que entretanto foi classificada como de risco, terá consequências para a campanha eleitoral. Vai impossibilitar o plano inicial da coligação, que era fazer uma campanha em todas as capitais de distrito do país. Vai ter de ser, naturalmente, reduzida”, declarou Joana Amaral Dias esta terça-feira, em conferência de imprensa em Lisboa, sublinhando ser uma questão de “transparência” para uma “relação clara e fiel com os eleitores”.

A antiga deputada do Bloco de Esquerda adiantou estar no início do “segundo trimestre” (quatro meses) de gestação e remeteu a revelação do seu eventual substituto no exercício do futuro mandato para o dia da entrega das listas de candidatos a deputados, na próxima sexta-feira.