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Sondagem: PS e coligação separados por 1,5 pontos

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Marcos Borga

A dois meses das eleições legislativas, estreita-se a diferença entre as duas principais forças políticas. Socialistas mantêm a dianteira, mas abaixo da margem de erro

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Apenas 1,5% de intenções de voto separam agora PS da coligação Portugal à Frente, com os socialistas a perderem quatro décimas em relação ao mês passado (agora estão nos 36,3%), e a aliança Portugal À Frente (com 34,8%), a recuperar duas décimas.

O barómetro mensal da Eurosondagem para o Expresso e a SIC traz ainda más notícias para CDU, PDR (o partido de Marinho e Pinto) e Livre/Tempo de Avançar: todos perdem duas décimas. Só o Bloco de Esquerda acrescenta (poucos) votos (0,2 pontos) em relação a julho.

Ainda assim, o secretário-geral socialista permanece como o mais popular dos líderes partidários, com um saldo positivo superior a 20%, o dobro do que tem Paulo Portas. Já Passos Coelho continua no fundo da tabela (é o único com popularidade negativa), apesar de ter melhorado ligeiramente em relação ao mês anterior.

FICHA TÉCNICA

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 29 de Julho a 4 de Agosto de 2015. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (19,9%); A.M. do Porto (14,4%); Centro (28,7%); A.M. de Lisboa (27,2%) e Sul (9,8%), num total de 1030 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1236 tentativas de entrevistas e, destas, 218 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 52% e masculino — 48%, e, no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos — 17,5%; dos 31 aos 59 — 50,2%; com 60 anos ou mais — 32,3%. O erro máximo da amostra é de 3,05%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.