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Partidos à esquerda do PS são os mais afetados com a crise na Grécia

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Sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC coloca um conjunto de perguntas sobre de que forma a situação na Grécia, e o seu desfecho, pode afetar a vida política nacional

Martim Silva

Martim Silva

Diretor-Executivo

Questionados sobre a crise grega e de que forma ela pode afetar ou alterar o sentido de voto e que consequências pode ter em Portugal, os inquiridos na sondagem dão um conjunto de respostas bem curioso.

A maioria afirma que o desfecho da crise grega não vai influenciar o seu sentido de voto nas nossas eleições legislativas. Uma maioria, mas menos expressiva do que na resposta anterior, afirma que a situação grega pode trazer consequências negativas para o nosso país.

E sobre qual o partido ou quais os partidos que podem acabar por sair mais prejudicados cá dentro pelo que se passa nesta altura lá fora, os inquiridos dizem que são os partidos à esquerda do PS, aqueles que genericamente têm demonstrado o seu apoio de forma mais aberta a Tsipras e ao Syriza, que podem ser mais prejudicados. O PS aparece a seguir nas respostas e, finalmente, as forças da coligação não parecem ser muito afetadas, a crer no que dizem os inquiridos na sondagem.

FICHA TÉCNICA   

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 2 a 7 de julho de 2015. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (19,9%); A.M. do Porto (13,7%); Centro (29,3%); A.M. de Lisboa (27,3%) e Sul (9,8%), num total de 1025 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1236 tentativas de entrevistas e, destas, 211 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,7% e masculino — 48,3%, e, no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos — 18%; dos 31 aos 59 — 49,8%; com 60 anos ou mais — 32,2%. O erro máximo da amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.