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O minuto a minuto do Estado da Nação

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FOTO Marcos Borga

No último debate desta legislatura, a oposição acusou o Governo de ter mentido ao portugueses e houve quem entrasse em discussões bíblicas e em citações. Passos Coelho lamentou que a oposição tenha preferido “atirar a toalha ao chão”. Já Paulo Portas parafraseou Jorge Sampaio para dizer que “há vida para além do défice”. O vice-primeiro-ministro encerrou o debate com o tema quente da Grécia. “A saída do euro ou a tentativa de lá ficar sem cumprir regras é uma quimera perigosa”

19h50 O Expresso termina agora este minuto a minuto. Obrigada por ter estado connosco.

19h49 Assunção Esteves destaca legislatura "difícil", faz os agradecimentos finais e deixa um referência: "A justiça só se atinge pelo exercício da liberdade".

19h48 "Olhemos com confiança para os días que estão à nossa frente", conclui Paulo Portas.

19h47 Usa a frase do antigo Presidente da República Jorge Sampaio: "Há vida para além do défice".

19h46 Portas afirma ainda que "Portugal está a salvo disso" e o que se discute agora no nosso país é o crescimento.

19h45 O governante e líder do CDS volta a insistir, contrariando as críticas da oposição: "É tudo o que não devemos experimentar e ainda bem não o fizemos".

19h44 Prossegue no mesmo tema deixando a convicção de que "seria simplesmente um pavor imaginar" que em portugal pudesse acontecer o mesmo cenário que se vive na Grécia, a braços com "uma economia paralisada" e o "desespero das pessoas com  as suas poupanças".

19h43 Paulo Portas diz: "É verdade que o euro tem regras. A saída do euro ou a tentativa de lá ficar sem cumprir regras é uma quimera perigosa".

19h39 A economia cresce acima da média do euro, a confiança dos consumidores e empresarial está nos seus melhores níveis, o investimento recupera, as exportações sobem e o desemprego baixou, enumera Portas.

19h38 "Sofremo-lo e vencemo-lo". Paulo Portas lembra que Portugal pediu o terceiro resgate financeiro em 2011, pela terceira vez no período democrático. O vice primeiro-ministro espera que não se repita.

19h36 Vai falar o vice-pimeiro-ministro. Paulo Portas Inicia o seu discurso de encerramento do último Debate do Estado da Nação desta legislatura falando da "excecionalidade das circunstâncias financeiras e restrição da liberdade nacional" em que se governou nos últimos 4 anos anos.

19h34 Pedro Adão e Silva: "Portugal necessita de um bom governo Mas Portugal também necessita uam oposição de qualidade. Hoje o PS não foi uma oposição de qualidade e por isso dou-lhes um conselho. Vejam se nos próximos meses e anos aprende a ser uma oposição de qualidade".

19h29 Ana Catarina Mendes cita Eça de Queiroz para dizer que este Governo é uma "nódoa". Mas "uma nódoa que há-de sair a bem dos portugueses"

19h26 Salienta ainda a deputada do PS: "Vendeu" o futuro do país "por escolha própria", ao apresentar "o corte de mais de 600 milhões de euros" às instituições europeias "por escolha própria".

19h26 "Este Governo provocou recessão e desestabilizou os portugueses", acrescenta.

19h24 A socialista Ana Catarina Mendes pede: "Não se desculpem com os erros do passado. Destruíram sonhos".

19h23 Os preços da eletricidade "com valores inaceitáveis em Portugal" traduziru-se no "aumento da mortalidade sazonal", afirma. "São os idosos no interior do país que não têm condições de aquecimento"

19h18 Mariana Mortágua (BE): "Há 300 mil famílias com eletricidade cortada".

19h15 Ministro do Ambiente Moreira da Silva destaca o "pacto social" na energia que envolve "82 organizações".

19h09 "É um pouco surreal a maioria vir dizer que cumpriu", acusa João Galamba, concluindo que estamos em 2015 e não em 2011.

19h08 Joãoo Galamba: "Estamos 20% abaixo das nossas próprias metas". 

19h06 Nova intervenção do PS. "Maior insulto é mentir e é isso que o sr-primeiro-ministro faz, de forma reiterada, e tem o descaramento de voltar a fazê-lo para as próximas eleições", diz João Galamba.

19h00 "É tempo de solidariedade e coragem de defender o país em nome da democracia e dignidade", termina.

18h59 Sobre a Grécia: "Os gregos demonstraram que a dignidade não cede à chantagem. Tomara que o Governo vi-se isso"

18h58 Catarina Martins avisa: "Se o Euro se provar uma moeda impossível, e de geometria variável, não se enganem; 19.1 não são 18. São zero. E Portugal será dos países a sofrer mais e mais depressa os efeitos recessivos de tamanha leviandade"

18h58 Catarina Martins acusa PS, PSD e CDS de esconderem as consequências do tratado orçamental:  "São pelo menos mais 20 anos de austeridade"

18h57 Defende a exigência de uma "nova política europeia que olhe para a "reestuturação da dívida"

18h56 A deputada refere ainda: "Sete em cada dez estagiários não encontra trabalho"

18h55 "É urgente repor salários e pensões", exige. "Quem tem menos não investe em paraísos fiscais, critica

18h52 O desafio do futuro "é amargo". Aponta a queda da natalidade e números dramáticos: "Uma em cada três crianças vive na pobreza.

18h51 Intervém agora a bloquista Catarina Martins

18h50 Jerónimo deixa nas mãos dos portugueses a decisão: "Confiamos no povo que não se deixa enganar para sempre", conclui

18h46 E acrescenta que há "uma alternativa patriótica".

18h45 "O país não está condenado", defende.

18h44 Dirige-se ao primeiro-ministro: "A mancha da pobreza devia envergonha-lo"

18h43 O debate da Nação para Jerónimo é o de um país com uma "dívida inssustentável", que "viu partir cerca de 500 mil portugueses para a emigração".

18h41 É a vez de Jerónimo de Sousa, líder do PCP, usar da palavra

18h39 "A escolha é entre andar para a frente ou voltar para trás", sublinha, arrancando aplausos.

18h38 Telmo Correia destaca a "coragem" deste Governo: "A coragem é sacrificarmo-nos hoje para que os nosso filhos tenham um futuro melhor". E iniste: "Coragem não é ser-se rebelde, é persisitir em vez de desistir".

18h36 E as referências bíblicas regressam com Telmo Correia. "Desconfiai de falsos profetas", disse, referindo qual o sítio da Bíblia em que a frase pode ser encontrada. É Mateus, capítulo 12, versículo 33

18h35 "A única coisa em que somos radicias é que somos radicalmente democráticos"

18h33 Telmo Correia aponta o dedo ao PS: Dali só vêm "agoiros permanentes"

18h32 "Controlámos o défice e invertemos um ciclo de recessão".

18h31 "A credibilidade era zero, ninguém emprestava um tostão", sublinha.

18h31 O deputado prossegue com uma questão "Estamos ou não melhor do que há quatro anos atrás?. A resposta é sim".

18h27 Mais do que uma comparação com o debate do ano anteior faz sentido fazer um balanço desta legislatura, sublinha Telmo Correia (CDS-PP) "Esta foi uma das mais difíceis e complexas"

18h05 "Tive muita honra em ser primeiro-ministro nesta legislatura em Portugal, sempre com a noção de responsabilidade", declarou Passos Coelho no final da sua última intervenção no parlamento

18h03 Passos Coelho avisa que só vai responder a algumas das questões dos deputados:O primeiro-ministro defende que o Governo tem sido "o mais competente" em termos de programas comunitários, que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) melhorou e que a reforma na Justiça levado a  cabo pelo seu Governo é matéria que o "orgulha".  E critica as "falsas greves" no sector dos transportes

17h58 O deputado Paulo Pisco acusa o Executivo de Passos Coelho de "reduzir a pó" os direitos das comunidades portuguesas no estrangeiro "Também aqui o seu Governo bateu recordes de destruição", insistiu

17h57 Idália Serrão (PS) critica também os cortes na Saúde e dá como exemplo o distrito de Santarém: "A realidade que o senhor primeiro-ministro fala não é a que os portugueses conhecem", indica a deputada socialista.

17h51  O deputado Vitalino Canas (PS) considera que o país necessita de um Governo que seja respeitado, mas para isso, defende, "é preciso outro Governo"

17h44 A deputada Carla Cruz (PCP) critica o racionamento de medicamentos a doentes crónicos. "A retórica do seu discurso [do primeiro-ministro] não esconde a mal-feitoria que o seu Governo fez aos portugueses e ao SNS nestes últimos quatro anos", declara a deputada comunista

17h36 Quanto à solução encontrada para o BES, Passos Coelho insiste que salvaguarda o dinheiro dos contribuintes 

17h32 O primeiro-ministro diz perentório: "A escola pública está forte e recomenda-se. O mesmo acontece com o Sistema Nacional de Saúde"

17h28 Passos Coelho começa a responder aos deputados

17h20 Prossegue a ronda de perguntas ao primeiro-ministro

17h18 Mariana Mortágua (BE) acusa o Governo de Passos Coelho de "fraude". "Não se pode enganar toda a gente o tempo todo e o seu tempo acabou", rematou a deputada.

17h14 O deputado Jorge Machado (PCP) enuncia promessas eleitorais do Governo que não foram cumpridas e acusa o Executivo de .  "Está visto que a palavra vem de quem vem vale muito pouco. O primeiro-ministro fez o contrário do que prometeu."

17h04 - "Todos os resultados eleitorais devem ser respeitados. Eu respeito profundamente qualquer povo europeu, mesmo não concordando com os resultados", afirmou Passos Coelho em alusão à vitória do “não” no referendo de domingo na Grécia

17h02  "Cumprir o memorando de entendimento e livrar Portugal do resgate externo foi essa a maior responsabilidade que me foi confiada", declara Passos Coelho

16h56 Intervenção d'Os Verdes. Heloísa Apolónia acusa o Executivo de Passos Coelho de se ter mostrado durante o seu mandato "totalmente subserviente às elites europeias"

16h54 Quanto ao BES, Passos Coelho reitera que a solução encontrada para o banco visou salvaguardar o dinheiro dos contribuintes

16h52 O primeiro-ministro recusa as insinuações do BE de que o Governo se prepara para cortar as pensões 

16h48 Passos Coelho responde à coordenadora do BE, afirmando que "a ideia de negócios milionários por conta de intersses mais ou menos obscuros não existe"

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FOTO Marcos Borga

16h41 Intervenção do BE. Catarina Martins diz recusar entrar numa discussão bíblica

16h38  "O que a Europa está a fazer à Grécia nunca foi feito em país europeu nenhum. Aquilo que a Europa emprestou à Gréca não emprestou a mais ninguém. As dívidas que se acumularam nos bancos gregos são dívidas dos gregos e não dos outros cidadãos europeus", afirma Passos Coelho

16h36 O primeiro-ministro reitera que o país não está desprevenido. "Podíamos baixar o rácio da dívida se fôssemos mais imprudentes"

16h35 Pedro Passos Coelho responde às questões relacionadas com a dívida: "Não conheço nenhum país que tenha pedido 78 mil milhões de euros e tenha baixado a dívida". O primeiro-ministro explica os reembolsos antecipados e a importância de manter um país capacitado caso algo corra menos bem.

16h33 Pedro Passos Coelho responde a Jerónimo de Sousa, acusando-o de gostar de "por tudo no mesmo saco, mas na realidade não somos todos farinha do mesmo saco"

16h32 "As medidas que estão a impôr à Grécia são as mesmas que o PSD e CDS queriam continuar a impôr cá", diz Jerónimo de Sousa. O líder comunista lamenta o resultado da política de austeridade, que na sua visão corresponde a "mais dívida, mais desemprego, mais emigração, mais pobreza"

16h31 "A dívida privada não desceu. O país está hoje numa situação pior do que quando o programa começou", sustenta Jerónimo de Sousa

16h25  Intervenção do PCP. Jerónimo de Sousa acusa o governo PSD/DS de ser "parte integrante das pragas que se abateram sobre o povo português"

16h20 Para Nuno Magalhães, a mudança de rumo governativo comporta "o risco de em 2018 ou 2019 termos um resgate mais duro"

16h21 "Não podemos voltar para trás. Estou certo de que não vamos voltar para trás", afirma o líder parlamentar do CDS-PP

16h17 "É importante recordar de onde partimos e também onde não podemos ir, que é regressar ao tempo da irresponsabilidade para todos não sofrerem as consequências de um resgate", diz Nuno Magalhães

16h15  Intervenção do CDS-PP. Nuno Magalhães usa da palavra e também fez uma revista de imprensa, desta vez a viagem é ao ano de 2011. O governo socialista de José Sócrates é posto em xeque nesta intervenção que lembra também as melhorias feitas pela maioria no país durante legislatura.

Marcos Borga

16h14 Passos Coelho lamenta que o Governo não tenha contado com o apoio da oposição, preferindo "atirar a toalha ao chão"  

16h13 O primeiro-ministro volta a elogiar a postura dos portugueses nomeadamente durante a crise política

16h10 Passos Coelho responde a Luís Montenegro, reafirmando a correção dos desequilíbrios durante o período de ajuda económica e financeira

16h08 Luís Montenegro insiste na ideia de uma realidade diferente em Portugal, usando como imagem os problemas gregos dos quais se tem falado nos últimos dias

16h05 Luís Montenegro enuncia as diferenças entre 2011 e 2015. Para o líder da bancada parlamentar social-democrata, esta é "a realidade da qual não podemos fugir no Debate do Estado da Nação"

16h04 Passos Coelho critica a postura do PS em relação à Grécia e defende a criação de um Funo Monetário Europeu. "As reformas que defendemos para a união monetária correspondem a esse aprofundamento e a essa institucionalização. Visam atender aos desafios que são efetivamente comuns, sem saltos no escuro e com realismo. O Fundo Monetário Europeu que propus às instituições europeias e aos nossos parceiros, com as funções de estabilização financeira e de amortecimento de crises económicas, é um pilar central de um euro que seja um espaço de convergência de liberdade e das possibilidades económicas dos vários países"

16h02  O primeiro-ministro enuncia as 10 "pragas" do anterior governo do PS: 

- Obras faraónicas: o TGV e as Parcerias Público Privadas

- Programas de Estabilidade e Crescimento (PECs) de "má memória"

- Uma das maiores desigualdades em toda a União Europeia (UE)

- Défices ruinosos

- Défices externos preocupantes

- Completo desgoverno do sector empresarial do Estado

- Nacionalização do BPN

-  Défice tarifário da eletricidade

- Endividamento galopante

- Desemprego estrutural acima de dez por cento

15h58 Depois dos sete pecados capitais do Governo PSD/CDS — dos quais António Costa falou —, agora o primeiro-ministro fala nas 10 pragas do Partido Socialista.

15h54 "Nós também temos o estado do Estado e o Estado português está hoje muito diminuído pela perda da confiança dos portugueses nas instituições", afirma Ferro Rodrigues 

15h50 Ferro diz que o discurso de Passos é déjà vu e propaganda numa base irrealista, sobretudo quanto à economia e ao desemprego 

15h49  Intervenção do PS. Fala Ferro Rodrigues

15h49 Assunção Esteves informa: há 27 perguntas registadas para este Debate do Estado da Nação

15h48  Discurso do primeiro-ministro é muito aplaudido pela bancada da maioria

15h47  "Quatro anos depois, e olhando para os obstáculos que ainda precisamos de superar, continuo a acreditar que o futuro de Portugal está nas nossas mãos. Muito Obrigado". Pedro Passos Coelho termina o seu discurso de abertura

15h46 "Muito foi feito e muito está ao nosso alcance fazer", diz Passos Coelho, referindo-se ao período desde que chegou ao Governo há quatro anos

15h45 O chefe do Governo defende que a responsabilidade comum precisa de ser mais duradoura "sem saltos no escuro e mais realismo"

15h42  "Agora percebe-se melhor que conter a despesa pública num Estado em pré-falência não é um assunto estritamente financeiro: é salvaguardar os valores da justiça e de liberdade", declara  Passos Coelho neste debate do Estado da Nação, o último da legislatura

15h41  "A firmeza estratégica continuará a ser um bem político de primeira ordem"

15h37 O primeiro ministro salienta que os atuais níveis de desemprego estão próximos dos níveis de julho de 2011

15h36 Passos Coelho elogia os esforços de todos os portugueses "independentemente das suas convicções políticas 

15h34 "Foi o país no seu conjunto que soube superar-se", declara Passos Coelho no seu discurso de abertura, fazendo referência aos vários quadrantes da sociedade.

15h33  "É verdade que não resolvemos todos os problemas"

15h32 O primeiro ministro afirma que atualmente a discussão no país já "não é o crescimento do desemprego, o tumulto financeiro, o desaparecimento de empresas ou quanto a economia vai descer, mas o ritmo a decsida do rirmo do desemprego, a aceleração da economia e  e a velocidade de todas as medidas forçadas pela situação de emergência execional. Este é um dado indiscutível da realidade portuguesa",

15h31  Intervenção de Passos Coelho

15h29  Está prestes a começar o debate sobre o Estado da Nação 

15h28 Voto de pesar pela morte de Maria Barroso aprovado por unanimidade. Faz se um minuto de silêncio. Deputados e galerias de pé 

15h27 O voto de pesar pela morte de Maria Barroso foi aprovado por unanimidade

15h26  Os dois filhos de Maria Barroso estão no parlamento. João Soares na bancada do Ps e isabel soares na galeria dos convidados

15h25  "Maria Barroso carregou na sua própria vida a chave da libertação do mundo: a educação e  a política", acrecenta a presidente da Assembleia da República

15h23 "Se hoje exercemos aqui a nossa liberdade também devemos a ela", declara Assunção Esteves

15h20 Jorge Lacão elogia o caráter humano e intelectual da antiga primeira dama  

15h14  O deputado Jorge Lacão apresenta um voto de pesar pela morte de Maria Barroso

15h07 O deputado Duarte Pacheco lê o expediente

15h06 Assunção Esteves abre a sessão parlamentar

15h05 Os deputados continuam a chegar à sala do plenário

15h O debate do Estado da Nação está quase a começar. Recomendamos a leitura deste artigo da jornalista Ângela Silva, que lança e explica o contexto do debate desta quarta-feira

14h58 É dia de debate do Estado da Nação no Parlamento. Passos Coelho sabe que o debate deste ano vai ter um protagonista extra - a Grécia - e tentou prevenir-se. “Pode ser que possamos falar da confiança que temos quando olhamos para a zona euro e para Portugal.” O Expresso conta-lhe tudo ao minuto

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