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Política

Maria do Rosário Gama lamenta propostas do PS para a Segurança Social

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FOTO TIAGO MIRANDA

Líder da APRE confessou esta noite, na Convenção do PS, que por mais explicações que oiça, continua a encontrar "mais contras do que prós" nas propostas do PS para a segurança social

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

A líder da Associação dos Pensionistas e Reformados gostava que os pensionistas votassem no PS mas não vê como isso possa acontecer quando o partido defende medidas que implicam, no seu entendimento, "abrir um buraco anual de mil milhões de euros" na segurança social. 



Maria do Rosário Gama deixou claro: "Essa não é a minha escolha". A descida da TSU "é contra natura", afirmou, uma medida "desaconselhada e abusiva". "Os recursos da Segurança Social são, no limite, dos trabalhadores", disse ainda, sublinhando que o Estado "só é depositário" desses recursos. 


Concordando com a diversificação das fontes de financiamento da segurança social, discorda que se recorra a elas - como se propõe no programa - para compensar a perda de receitas por via da diminuição da TSU. Devia era servir para aumentar as receitas, sugere.



"Se correr mal", admitiu, "o PS vai ser acusado de ter contribuído para o colapso da segurança social. E isso ninguém quer". Então, deixou a pergunta: "Porquê correr riscos?".