Siga-nos

Perfil

Expresso

Política

Costa acusa coligação de prolongar a incerteza nos portugueses

  • 333

FOTO TIAGO PETINGA

O líder socialista diz recusar liminarmente qualquer corte nas atuais pensões, sublinhando que o PS defende uma solução que garanta a sustentabilidade da Segurança Social através da diversificação das fontes de financiamento.

O secretário-geral do PS considerou hoje que as alternativas em causa nas eleições legislativas são cada vez mais claras, com a coligação PSD/CDS a querer cortar nas pensões em pagamento, prolongando a incerteza quotidiana dos portugueses.

António Costa falava aos jornalistas à entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, que aprovará o projeto de programa eleitoral do partido, depois de confrontado com declarações proferidas em Ovar pela ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, em que admitiu que o processo de garantia da sustentabilidade da Segurança Social pode passar por reduções nas atuais pensões, se tal significar uma melhor redistribuição do esforço.

"Felizmente para os portugueses, hoje a escolha é muito clara: Com a continuação da coligação de direita, podem ter por certo novos cortes e o prolongar da sua incerteza no dia-a-dia; o PS trabalha como muito rigor na construção de uma alternativa de confiança que recusa liminarmente qualquer corte nas pensões em pagamento e que visa garantir a sustentabilidade futura da Segurança Social diversificando as fontes de financiamento", sustentou o líder socialista.