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Expresso

A Beleza das Pequenas Coisas

Catarina Furtado: “Quando fui atirada para a opinião pública aos 19 anos era politicamente correta. Mas agora digo tudo o que penso”

Nos anos 90 era a “namoradinha de Portugal” e continua a ser um dos sorrisos mais bonitos da nossa televisão. Mas Catarina Furtado é bem mais do que uma beleza televisiva. É a única portuguesa embaixadora da Boa Vontade da ONU e há 18 anos que tem usado os holofotes sobre si para falar publicamente de causas humanitárias como o casamento forçado com menores, a gravidez em adolescentes, a mutilação genital feminina, a violência de género nas escolas e na sociedade, o racismo, a homofobia. “Sobre mim só sei que ainda tenho muito para dar”, afirma. Uma conversa franca onde faz um balanço sobre o passado, revela os medos de sempre, as conquistas, a frustração com os formatos televisivos atuais e ainda o que tem aprendido com o amor. “Está tudo nos afetos”. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Entrevista

Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Edição

Jornalista

Mário Henriques

Ilustração

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Já foi a namoradinha de Portugal, fez soltar beijos e chuvas de estrelas em variadíssimos concursos de talentos, caçou tesouros e andou aos tiros numa "cidade despida", mas é enquanto embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População e presidente da Associação Corações com Coroa que Catarina Furtado tem dado mais de si e feito a diferença.

Há 18 anos que a apresentadora e atriz tem tirado partido dos holofotes sobre ela para falar publicamente da mutilação genital feminina, da gravidez em adolescentes, do casamento forçado com menores, da violência doméstica e de género, do racismo, da homofobia e do poder da educação na conquista da igualdade. Através da sua associação já garantiu os estudos de 11 jovens mulheres em risco de pobreza. E isso é (boa) obra. Pelo caminho aprendeu também que “o poder do ‘não’ é mais forte do que o ‘sim’. E que a intuição e a confiança são as nossas maiores amigas.”

Nesta conversa, Catarina revelou ainda os medos de sempre, a frustração por se sentir limitada em certos formatos televisivos e o que tem feito para ter êxito no amor e nas suas causas humanitárias. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”.

Ainda neste episódio estreamos uma rubrica chamada "Eu não sou de intrigas, mas...". De que é que se trata? É ouvir...

E, como já é hábito, no final pode conhecer o quarto testemunho da rubrica "Toda a gente tem uma história", enviado desta vez pela Elizabete Agostinho, que nos conta o vislumbre de uma história de amor numa sala de urgências de um hospital. Este é um desafio que lançamos semanalmente aos ouvintes para que partilhem também as suas experiências e relatos, maiores do que a vida, ou tão simples como ela pode ser. Enviem-nos os vossos textos e áudios, assim como o vosso feedback, para:

abelezadaspequenascoisas@impresa.pt