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Expresso

  • A beleza das pequenas coisas

    Conversas pelo país conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida. Ou tão simples como ela pode ser

  • “Qualquer mulher com voz neste país é considerada 'histérica'. Houve homens que me disseram que devia estar calada, na cozinha”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    A apresentadora de televisão Rita Ferro Rodrigues, feminista convicta, defensora da causa LGBTI e co-fundadora do site e associação Capazes considera que o país ainda está demasiado ‘ferido’ pela misoginia e machismo. Tanto à esquerda como à direita. E que há ainda mulheres que sofrem desse mal. “As pessoas não percebem que nós não queremos ser iguais aos homens. Queremos é ter os mesmos direitos cívicos dos homens. Sem discriminações.” Prestes a apresentar o novo programa da SIC, “Juntos à Tarde”, ao lado de João Baião, com estreia marcada para o dia 1 de março, recorda o dia em que entrevistou Amália Rodrigues, com 12 anos; o bullying e assédio que sofreu na adolescência; a descoberta precoce da televisão; a desilusão pelo jornalismo e as razões que a levaram ao ativismo social. Uma conversa para ouvir e refletir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Miss Suzie: a mulher que faz da vida um espetáculo

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Suzie Peterson tem mais do que sete vidas nos palcos. E fora deles também. Em maio será uma sexy corista no novo filme de Bruno de Almeida, ”Cabaret Maxime”, para o qual assinou o guarda-roupa, e está a criar os figurinos do novo espaço boémio do chefe José Avillez. “Plumas, lantejoulas e cabaré sou eu! Vivo a vida a trazer fantasia aos outros.” Uma conversa genuína onde assume as dores, as feridas e perdas, a fase de rebeldia e escuridão, e como agarrou ‘a vida pelos cornos’. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Cruzeiro Seixas, uma vida surrealista entre o céu e o inferno: “Fui mais reprimido como homossexual depois do 25 de Abril"

    A Beleza das Pequenas Coisas

    É o último representante vivo do surrealismo português. Mário Cesariny foi o homem que mais amou. “Ainda me faz muita falta...” Aos 96 anos, o pintor e poeta Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas afirma que só viveu metade do que queria e mantém a curiosidade pelo amanhã. “Viver é uma loucura espantosa. É a maior loucura.” Sobre o passado, lamenta ter sido mais perseguido após a revolução, “enquanto o Partido Comunista esteve no poder”. A ideia de partir não o assusta. “Não estou preocupado para onde vou. Já andei por céus e infernos cá por este lado.” Uma conversa especial para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Cruzeiro Seixas: “Quem não tem uma grande percentagem de loucura já nasceu morto”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Bernardo Mendonça e João Santos Duarte

    É o último representante vivo do surrealismo português. Aos 96 anos, Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas continua a ser um homem curioso e insatisfeito: “Ainda só vivi metade do que queria viver”. Admite que nunca viveu da arte, porque nunca se soube vender a si próprio. “Mas amei muito”. Confissões para ouvir esta sexta-feira no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”. Até lá damos-lhe a hipótese de espreitar um pouco do mundo privado e surreal de Cruzeiro Seixas: das “coisas que são pessoas” ao homem que corre nu pelos campos, e até um olho que continuará a ver o mundo mesmo depois de morto

  • Sofia Aparício, a eterna mulher camaleão: “Não me arrependo de nada, nem das drogas. Mas não gosto de hábitos, gosto de experiências”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Aos 13 anos o estilista José Carlos descobriu-a num cabeleireiro que a mãe frequentava e Sofia tornou-se a manequim portuguesa mais icónica dos anos 90. Viveu os loucos anos 80 e 90 do Bairro Alto, não se privou de nada, nem das drogas. “Adoro que isso faça parte da minha vida. Também porque deixou de fazer. Não sou adicta a nada.” A sua grande luta é que a deixem de escolher para os papéis das mulheres bonitas. Porque ambiciona ser tão camaleão nos palcos como foi nas passerelles. Uma conversa franca para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • O bom escultor, o mau paroquiano e os vilões no poder da ilha da Madeira

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Amândio de Sousa, um dos mais interessantes escultores portugueses do século XX, com obra premiada no país, morrerá convicto de que poderia ter sido muito mais do que foi. Mas um grande amor levou-o a regressar à Madeira, a terra onde nasceu, de onde fugiu, mas da qual nunca escapou. Porque às vezes só o amor importa. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Só para adultos: estas loiras vão seduzir-vos e matar-vos de riso

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Paula Porca vive na “Avenida Q” e é o tipo de mulher que todos os homens quiseram e nunca puderam ter. Inês Aires Pereira é a atriz que lhe dará voz num irreverente musical para adultos, original da Broadway. A estreia deste espetáculo está marcada para 8 de fevereiro, no Teatro da Trindade, em Lisboa, numa mistura da estética dos Marretas com assuntos para gente crescida. A incluir até sexo ao vivo... mas com bonecos fofinhos. Uma conversa bem-disposta para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • É vosso dever gostar desta ‘señorita’

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Mitó Mendes é a voz da banda feminina que deu que falar em 2016. Junto com Sandra Baptista (no acordeão e baixo elétrico) forma a dupla “Señoritas” com o álbum de estreia “Acho Que É Meu Dever não Gostar”. E é vosso dever conhecê-las e ouvi-las. Um projeto nascido depois do adeus d´A Naifa (a banda criada por João Aguardela e Luís Varatojo) com temas que vão fundo nas feridas, frustrações e raivas de tantos de nós. Além de cantora e musica, Mitó é também terapeuta de medicina chinesa e estudiosa de técnicas ancestrais de cura. “Já vivi várias vidas nesta vida e espero viver muitas mais”. Uma conversa cheia de histórias e revelações e um balanço musical do ano que passou. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Tolentino Mendonça, o padre-poeta desembrulha sobre o Natal: “Os presentes são artefactos para calar o vazio entre as pessoas”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Foi em Angola onde ouviu as primeiras histórias. A avó analfabeta foi a sua ‘primeira biblioteca’, ao contar-lhe mundos de realismo mágico. Aos onze anos entrou no seminário do Funchal por um chamamento que não sabe explicar de onde veio. Padre, poeta e professor universitário acaba de ser distinguido com o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes pelo seu livro “A Noite Abre Meus Olhos”. Para o ano promete mais duas obras e continuar a ser um homem das margens, do acolhimento das diferenças, sempre atento à cultura e aos ares deste tempo. Uma conversa rica de histórias, reflexão e poesia para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • A Bela e os monstros que transforma em arte

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Bela é a sua obra, Bela é o seu nome e bela é a capacidade para transformar os ‘monstros’ do quotidiano (e da história) em objetos artísticos inspiradores. Este é o mês da artista plástica Bela Silva, que tem três exposições em simultâneo em Lisboa. Mas este é também o seu ano: chegou aos 50 e celebrou a vida numa viagem marcante até ao Peru. Um mote para uma conversa bem-disposta que mistura os caminhos da sua arte, com a aventura de subir de havaianas o Machu Picchu até ao engate azarado de uma amiga - a ‘madame caganita’. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”