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Eduardo Gageiro: “Tenho pena de não ter fotografado Salazar a cair da cadeira. No caixão ele parecia um abutre”

Chamam-lhe o “fotógrafo do povo e da revolução”. Ele confessa-se “um homem de coragem por trás de uma máquina”. Aos 82 anos, Eduardo Gageiro conta a sua história e as histórias do país que documenta desde os 12 anos, quando tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão. Numa época em que ser fotógrafo de jornais era tantas vezes ser um mero “bate-chapas” do sistema, Gageiro arriscou ir além: revelou o Portugal a preto e branco de Salazar, a tragédia das cheias de 1967 (que aconteceu há 50 anos), esteve na linha da frente do 25 de Abril, registou o atentado nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, ou as glórias de Eusébio e Amália. Nesta conversa, Gageiro faz contas à vida, à doença e à solidão, assume um certo mau feitio, mas assegura que “nunca foi mau para ninguém” e espera “durar mais dois anitos” para ver a inauguração da sua Casa da Imagem. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Entrevista

Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Edição

Jornalista

Mário Henriques

Ilustração

Assinar no iTunes: http://apple.co/2mCAbq2
Assinar no Soundcloud: http://bit.ly/2nMRpRL
Se usar Android, basta pesquisar A Beleza das Pequenas Coisas na sua aplicação

No final deste episódio pode ouvir o primeiro testemunho da rubrica "Toda a gente tem uma história", enviado de Benguela, em Angola, por Moisés Saldanha. Um desafio que lançamos aos ouvintes para que partilhem também as suas experiências e relatos, maiores do que a vida, ou tão simples como ela pode ser. Enviem-nos os vossos textos e áudios, assim como o vosso feedback, para:

bmendonca@impresa.pt