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Plano 2 em 1 de Santos Silva

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Plano 2 em 1 de Santos Silva

Artur Santos Silva tinha planeado comemorar com a família os seus 70 anos em Marraquexe. A ligação low cost da Ryanair a partir do Porto era um argumento suplementar, para um banqueiro que gosta de poupar. Mas, o atentado em Abril na cidade levou a mulher a riscar Marrocos da lista de destinos. A família teve então de encontrar um plano B. E coube à filha uma ideia que agradou a todos. E que tal uma viagem pela costa irlandesa? E para convencer o pai, acrescentou que para ele era um plano 2 em 1. Como o aniversário se assinalava a 22 de Maio (domingo) poderiam partir para Dublin mais cedo, de modo ao pai, portista ferrenho, assistir à final da Liga UEFA. E assim se fez. A família, incluindo os filhos instalados no estrangeiro, concentrou-se em Dublin para uma viagem de lés a lés pela ilha. E para Santos Silva poderia até ser 3 em 1, no caso de estar interessado em esmiuçar no terreno as razões do colapso da banca irlandesa.

Quadro de desonra

A tradição recomenda que as empresas se orgulhem das suas glórias e escondam os falhanços e erros. A Prince, a construtora americana detida pela Soares da Costa, adotou uma outra cultura. Aprender com os erros, chamando a atenção para as más práticas como forma de as evitar. No seu escritório em Cordon, na Geórgia, um pequeno mural é reservado a fotos e comentários com acidentes e exemplos de más práticas. A inscrição na parede diz tudo: Wall of Shame (Parede da Vergonha). Algumas fotos davam conta de distrações e pecados no âmbito da segurança. A vida não é feita apenas walk ou wall of fame.

A princesa angolana

Em Off está morto de vergonha. Em Luanda, teve a oportunidade de almoçar no restaurante da moda, Ondah, que fica no edifício-sede da Escom. A frequência é seleta. O coronel Luís Silva, vestido à vontade para os trópicos, almoçava com os filhos. André Navarro, CEO do Banco Privado Atlântico, também estava presente. Outros altos quadros angolanos e africanos degustavam a refeição. À entrada, o Em Off passou por uma senhora jovem vestida desportivamente. Parecia estar a receber as pessoas. A cara era familiar, mas o Em Off não a identificou. Depois de escolher a refeição, Em Off voltou a passar pela entrada para ver o cybercafé em frente do restaurante e no mesmo andar. Voltou a considerar que conhecia a cara da jovem, mas não lhe conseguia colocar o nome. Quando voltou para a mesa, nova troca de olhares - mas o nome não surgia. Começa a refeição, que vai decorrendo entre conversas profissionais de circunstância. A referida senhora senta-se numa mesa perto com uma amiga. Aí, quem estava na mesa do Em Off cutucou-nos e disse baixinho: "Já viu quem está ali?" "Onde?", perguntou o Em Off. "Naquela mesa". "Quem é?", perguntou o Em Off. "A Isabel dos Santos. É sócia do restaurante".


Opinião


Multimédia

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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