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Pires de Lima, vendedor nato

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Pires de Lima, vendedor nato
O presidente da Unicer não perde uma oportunidade para promover a "sua" Super Bock. Esta semana, ao entrar num café junto à sede do Partido Popular, no Largos do Caldas, em Lisboa, António Pires de Lima aproveitou para tentar convencer o proprietário a deixar a Sagres. Face à crítica do lojista de que esta marca oferecia copos para a água, enquanto a Super Bock não o fazia, respondeu que a margem do negócio nas águas era muito apertada, mas na cerveja era maior, por isso já podiam oferecer os desejados copos. E não deixou o café sem prometer enviar um vendedor da Unicer, que faria um bom desconto no preço da Super Bock. Não sabemos se ganhará o contrato, mas o que é certo é que ganhou a garrafa de água que bebeu e que o proprietário do café insistiu em lhe oferecer.

O potencial dos taxistas
O presidente da operadora móvel brasileira Vivo, Roberto Lima, fez as contas ao mercado dos taxistas que operam nos 1400 municípios brasileiros cobertos pela Vivo e descobriu um grande potencial de negócio. "Vamos lançar cursos pela rede móvel, muitos cursos, de línguas e até de álgebra, de forma que os taxistas, quando estiverem parados, em vez de ficarem a contar piadas, estejam a aprender inglês ou a álgebra", anunciou Roberto Lima durante o 10º Fórum Empresarial de Comandatuba, no estado da Bahia.

BCE à descoberta de Lisboa
Cumprida a sua missão, os técnicos do Banco Central Europeu (BCE) que fazem parte da troika (com a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional), encarregue de delinear o plano de resgate a Portugal, já não passam o dia, de manhã à noite, entre o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal. Na terça-feira, nas vésperas da apresentação do plano, Rasmus Rüffer, líder da delegação do BCE, almoçava à beira Tejo, no Clube de Vela, em Lisboa, numa varanda virada para o rio. Uma oportunidade para o germânico aproveitar, por fim, algumas das maravilhas de Lisboa: o sol, a zona ribeirinha e o peixe fresco, especialidade do restaurante.


Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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