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Pensões vitalícias de ex-políticos vão ser poupadas

As pensões vitalícias de antigos políticos são poupadas aos cortes, visto que o Orçamento do Estado (OE) para 2012 prevê que sejam só tributadas em sede de IRS.Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2012
Os antigos titulares de cargos políticos vão ser poupados  ao esforço adicional de austeridade, avança o "Diário de Notícias".
Clique para aceder ao índice do dossiê Orçamento do Estado 2012

Em causa está o facto de estas pensões serem apenas tributadas em sede de IRS, escapando aos cortes que serão exigidos aos funcionários públicos e pensionistas que ganhem mais de mil euros, de acordo com o Orçamento do Estado (OE) para 2012.

De acordo com o jornal, uma das justificações prende-se com a questão das pensões vitalícias serem pagas em 12 parcelas mensais, sem hipótese de se cortar nos subsídios.

O ministro das Finanças anunciou que o corte dos subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores do sector público no próximo ano vai permitir uma poupança líquida de 1065 milhões de euros em 2012.

De acordo com o relatório do Orçamento do Estado (OE) para 2012, que foi entregue segunda-feira  no Parlamento, os trabalhadores do sector público e os pensionistas com remunerações superiores a mil euros vão sofrer "a eliminação temporária" dos seus subsídios de férias e Natal.

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Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

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Pensões vitalícias ex-politicos vão ser poupadas
Essa não faz sentido e nem lembraria ao diabo e só pode ser um equívoco. Seria pior a emenda que o soneto e causaria nas pessoas um sentimento de injustiça e revolta. Não se podem pedir sacrifícios e depois deixar de fora os culpados e causadores dos mesmos. Se assim é não me passa pela cabeça que o governo não venha resolver esse problema, porque além de ser de uma incompetência a todos os níveis seria de muito mau gosto.

http://www.youtube.com/wa...

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Mais palavras para quê. Não é preciso inventar nada, basta copiar os Países mais desenvolvidos, mas também aprender com os erros dos outros.
Pensões ex-politicos NÃO vão ser poupadas
Re: Pensões ex-politicos NÃO vão ser poupadas
Cada povo tem o que merece
Os ex-governantes levaram o País a isto.
Foram necessários muitos anos de descontrolo para tanto peso-morto, institutos que não servem para nada, fundações milionárias e gestões desastrosas.

Ninguém lhes pediu conta do estado das coisas quando terminavam mandatos, ou cessavam funções ou se reformavam.

Pelo contrário : cada um à sua vidinha e os mais incompetentes, iam para administradores não-executivos da Caixa Geral de Depósitos.

Depois de uma "travessia do deserto", vinha a reforma dourada.

E agora, o cidadão trabalhador que sempre tenha cumprido, mas não é político e não tem centenas de milhares de €€ de reforma, paga o prémio da má gestão aos ex-governantes.

Ou seja: a incompetência é agora reconhecida e premiada por este governo.
A culpa do défict não é deles, mas dão este bónus aos culpados!

Há coisas fantásticas, não há?

Credibilidade
São estes artifícios que arrasam com a pouca credibilidade da classe política.

Deixar gente de fora no corte generalizado de rendimentos, só por causa do preciosismo de não haver subsídios de natal e férias, é brincar com todos nós.

Estamos a falar de pensões de milhares de euros, que ficam incólumes, enquanto um pobre de mil euros vê os rendimentos baixar em 15%.

Depois queixem-se que todos vos chamem aldrabões , vigaristas e ladrões, mas , a proceder assim, é o que merecem.

E o Presidente ?? Pode sempre não promulgar a lei . Será que o vai fazer, ou alinha na teoria que sacrifício é só para o povo, não para a classe política ??
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Re: Credibilidade
Nada a que não estejamos habituados
Finalmente, a vara de porcos se revela igual à que a precedeu.

Há um ministro deste governo que tem o desplante de justificar a percepção do subsídio de alojamento, no valor de 1055,00€, pese embora o facto de ter casa em Lisboa, num DIREITO ADQUIRIDO.

Estes porcos apenas pretendem a eliminação dos DIREITOS ADQUIRIDOS quando se trata dos outros.

Fossem, esses antigos políticos, pessoas honradas e promoveriam a redução das respectivas subvenções em 2/14. Como? Multiplicanado o valor mensal por 12 e dividindo por dois catorzavos...

Mas, para quê? A honra não lhes paga a manutenção do BMW.

Por isso, continuem a mostrar que sacrifícios são só para os outros e nunca para eles. Rapidamente este povo que julgam imbecil lhes mostrará que os "brandos costumes" já foram.
Re: Nada a que não estejamos habituados
Re: Nada a que não estejamos habituados
Re: Nada a que não estejamos habituados
Re: Nada a que não estejamos habituados
Esclarecimento Já
O Expresso tem que insistir nesta matéria. É preciso esclarecer isto já!!!!... senão passo a concordar com carros incendiados na rua e montras partidas.
Carros dos coitados que ficaram sem subsidio?
Re: Carros dos coitados que ficaram sem subsidio?
Re: Carros dos coitados que ficaram sem subsidio?
Re: Carros dos coitados que ficaram sem subsidio?
Re: Carros dos coitados que ficaram sem subsidio?
Em 22 de Novembro de 2010
Em 22 de Novembro de 2010

Que experiência de vida é que tem este rapazote para andar por aí a mandar bitaites sobre tudo e todos, quando a experiência que tem é a de colar cartazes na jsd e andar por aí de comício em comício, de jantarada em jantarada, a dar apoio àqueles empresários "rascas" que fogem a tudo quanto é imposto e o que na realidade pretendem é que sejam isentos de pagar impostos, para não terem o trabalho de inventar malabarismos para fugir aos mesmos.
Não é por acaso que mais de 30% da nossa economia, é considerada paralela, que não passa pelo crivo dos impostos, que se passasse seria o suficiente para equilibrar o deficit.
Nesse contexto, há muitos trabalhadores a trabalhar que não efectuam qualquer desconto, chegando ao ponte de muitos deles estarem a receber subsídio de desemprego ou rendimento social de inserção, ainda beneficiando dos benefícios fiscais atribuídos aos desempregados.
É urgente uma fiscalização rigorosa para que os sacrifícios sejam distribuídos por todos e não só por alguns.

Vai acabar grande parte da rebaldaria, no entanto é muito difícil controlar tudo, dado que os contribuintes são os próprios culpados ao "alinhar" numa grande parte dos ilícitos cometidos por aqueles que pretendem viver á custa de todos nós, tais como os profissionais dos subsídios de desemprego, do rendimento mínimo, da fuga aos impostos, dos malabarismos que fazem para não pagar, tais como apresentação de falsos prejuízos, despesas fictícias, etc., etc.
A importância dos “simbolismos”
Os que, com toda a razão, se indignam com tais “excepções”, deviam rever anteriores tomadas de posição, onde põem a ridículo as decisões simbólicas.

Neste caso, no dos políticos com subvenção de habitação - tendo casa própria no local de actividade – e em tantos outros que por aí proliferam, para a despesa pública, são trocos… mas indignam quem tem que suportar sacrifícios, como solução de um problema para que não contribuiram.

Nas manifestações dos “indignados”, estes casos deviam estar na “agenda”. Fazem parte do problema, mas… são direitos adquiridos.

Aqueles “direitos” que muitos reclamam estarem garantidos pela Constituição, esquecendo-se que as garantias dependem da capacidade da economia.

Nesta coisa dos direitos, todos nós, incluindo os políticos, somos juízes em causa própria.

Por isso, há realmente uma revolução a fazer-se... de mentalidades.

Mas está na altura – e o momento justifica – deste governo, deste Parlamento, tomarem as decisões necessárias para terminarem com “mordomias” de 3º mundo.

Por mais que a Constituição as garanta.
ERA UMA VEZ UM PAÍS
Era uma vez um país, onde um grupo de gente (será que são mesmo gente?) nasceu muito, muito, mas muito mais esperta que os restantes 10 milhões de pessoas que habitam esse país. Essa gente, há muitos, muitos anos, foi fadada (por uma fada madrinha, claro) para que pudessem ser políticos. A fada madrinha, ao formular o desejo do acto da "fadação", preveniu-se para que ninguém o pudesse alterar (não é o mesmo que aconteceu aos trabalhadores portugueses, que a meio ou no fim da carreira, tudo se altera). Assim sendo a fada determinou que eles nunca teriam escrupulos, nunca falariam verdade, nunca seriam sérios, nem credíveis, nem saberiam gerir a sua vida e, muito menos ainda, a vida de milhões de cidadãos. MAS, a fada não se esqueceu do mais importante dos votos, por isso de varinha em riste, acrescentou como último desígnio que, um político não precisa de lutar pelo bem estar dos seus concidadãos, MAS, NUNCA PODERÁ ESQUECER DE PRESERVAR E PROTEGER AS MORDOMIAS DOS QUE, COMO ELE, SÃO, OU JÁ FORAM POLÍTICOS.

PS: Se alguém encontrar por aí esta fada, por favor coloquem-lhe cianeto no cabo da varinha mágica, pode ser que depois de formular mais algum desejo obsceno, ela se lembre de lamber os dedos.
E depois queixem-se que o Povo protesta
Como é que o políticos querem o apoio do povo para as medidas de austeridade e depois decidem em causa própria ao contrário do que impõem ao resto da população tratando-a como cidadãos de segunda.

Longe vão os tempos de El-Rei D. Carlos, que obrigava o governo a diminuir o seu próprio salário em 25%, porque a situação financeira do país assim o obrigava.
Ao menos assim acabram as dúvidas.....
...... de qem pensava que:

- A canalha que está agora do Goerno fosse capaz de fazer alguma coisa melhor que os anteriores;

E, o que já se sabia, agora com certeza absoluta:

- Estes Fil... da Put.... protegem-se unsa aos outros.

Resta a revolta geral..........

Re: Ao menos assim acabram as dúvidas.....
Os deputados que resolvam este escândalo.
Deixar de fora dos sacrifícios os ex-políticos, muitos dos quais grandes culpados pelos apertos que agora temos que suportar é uma escândalo que tem que ser resolvido pelos deputados da A.R., pois são estes quem tem capacidade para aprovar o orçamento do estado. Deixar o assunto para ser resolvido na rua é perigoso demais.
Tolkien.Trés em um.
-Um governo.
-Uma maioria.
-Um presidente.
Todos neo-liberais. Um anel para a todos NOS prender e nas trevas NOS reter.
Anda aqui a mão do Peter Jackson?
Ou é só o soba de Massamá?
Nem é bem assim
Quem recebe altas reformas, mesmo que apenas por 12 tranches, não só terá cortes devido a atualizações de IRS nos dois escalões mais altos, como ainda terá reduzido os abatimentos.
Quem tem vencimentos iguais e perde dois subsídios, reduz o rendimento anual e descontará menos IRS pelo parte da injustiça fica reduzida.
Quem está nos escalões inferiores e perde os subsídios, não só no acerto anual o IRS é inferior ao que desconta habitualmente por mês, como mantém abatimentos e não há acertos nos escalões. Não é perfeito, mas reduz a injustiça
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Re: Nem é bem assim
Esclarecimento
Ai coitadinhos dos pobres, chega de os penalizar..
Este Passos Coelho é o maior mentiroso da política nacional!!!

Para quem ainda tem dúvidas, este vídeo desmascara o canalha fascista Passos Coelho

http://youtu.be/gNu5BBAdQ...
Pensões vitalicias
Isto é vergonhoso, quanto mais conheço este governo, mais saudades tenho das trapalhadas do Sr. Pinto de Sousa, essas sim eram verdadeiras. Há empresas que pagam aos seus operários os 14 meses a que têm direito, mas dividido de 12 meses. Estes senhores não conhecem o país real, passam muito tempo na comodidade dos gabinetes, venham para a rua ver a realidade.
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