Pedro Norton abriu hoje o 21.º congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), da qual é presidente, defendendo que o esforço financeiro que o país tem de fazer não é exclusivo ao Estado português.
"Não é apenas ao Estado que deve ser pedido o esforço de reajustamento e de preparação do país para uma nova vaga de crescimento prolongada", disse o presidente da APDC.
Pedro Norton crê que tanto o reajustamento como o relançamento da economia portuguesa devem ter uma forte influência das tecnologias de informação e comunicação (TIC), que podem ajudar a diminuir custos e a relançar a retoma económica mais rapidamente.
"As TIC são o lubrificante da economia, os new media são o oxigénio da democracia", explicou. "O sector TIC e new media pode e deve estar disponível para contribuir para este duplo objectivo: consolidação orçamental e relançamento económico. O sector tem de identificar proativamente oportunidades de optimização estruturais, com soluções quantificáveis e concretas."
A APDC apresentou durante o congresso
um estudo com medidas para o Estado poupar €11 mil milhões.