30 de janeiro de 2015
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Quem tem medo de "Charlie"?

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Uma verdadeira liberdade de imprensa, ou liberdade de expressão em geral, é uma liberdade sem "mas".

 

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Defesa do ocidente

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Criticado apressadamente como "islamofóbico", o novo romance de Houellebecq é na verdade uma sátira zangada aos valores actuais do ocidente.  

 

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Domícilio conjugal

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Ferrara mostra-se fascinado por Depardieu, tão corajoso e escabroso como o Harvey Keitel de "Polícia sem Lei".

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1963

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Histórias infantis

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Quando o meu avô materno morreu, encontrei na sua biblioteca vários livros de Stefan Zweig. Vigésimas e trigésimas edições, em francês. Uma popularidade colossal, que se eclipsou depois da II Guerra, com a mudança de época e de gostos.

 

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A Grande Parada

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Marchas, multidões, bandeiras. "A Grande Parada" (1925), de King Vidor, é um dos primeiros filmes cépticos quanto ao belicismo, e em especial quanto à Guerra de 14-18. É-nos apresentada a vida quotidiana, comezinha, de vários americanos, e de repente passamos a um tempo especial, diferente, terrível. A princípio, o ideal guerreiro ainda gera ilusões, os homens belos nos uniformes, dizem as suas namoradinhas, em marchas, multidões, bandeiras, um entusiasmo não se sabe de quê, estando os campos de batalha longe, do outro lado do oceano, em terras desconhecidas.

 

 

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Amizade e gramática

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Deborah, duquesa de Devonshire, que morreu há umas semanas, aos 94 anos, não era uma aristocrata inglesa indistinta: era a última das seis irmãs Mitford, uma fraternidade pouco fraterna de socialites, beldades, escritoras e activistas, duas delas fascistas e uma comunista. Evelyn Waugh esteve apaixonado por Deborah, que o manteve à distância. E acabaria por se tornar quase-íntimo de outra irmã, Nancy, com quem manteve uma das mais excepcionais correspondências não-amorosas dos tempos modernos.

 

 

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O bom e o vilão

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Em 1985, data da sua morte, Philip Larkin era o poeta preferido dos ingleses. Porém, menos de uma década depois, a publicação da correspondência e de uma biografia severa deixaram a reputação de Larkin nas lonas. Toda a gente sabia que ele era tristonho, frustrado, reaccionário: mas esses dois livros mostravam-no também racista, pornógrafo, misógino e cruel.

 

 

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Sombria transparência

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Exigir que tudo seja visível, e visto, é uma ideologia orwelliana da vigilância permanente (...), uma autovigilância  quase soviética.

 

 

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Isto não é poesia

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Ainda que não sejam "poéticas", as canções de Cocker são perspicazes e mordazes. 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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