19 de dezembro de 2014
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Amizade e gramática

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Deborah, duquesa de Devonshire, que morreu há umas semanas, aos 94 anos, não era uma aristocrata inglesa indistinta: era a última das seis irmãs Mitford, uma fraternidade pouco fraterna de socialites, beldades, escritoras e activistas, duas delas fascistas e uma comunista. Evelyn Waugh esteve apaixonado por Deborah, que o manteve à distância. E acabaria por se tornar quase-íntimo de outra irmã, Nancy, com quem manteve uma das mais excepcionais correspondências não-amorosas dos tempos modernos.

 

 

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O bom e o vilão

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Em 1985, data da sua morte, Philip Larkin era o poeta preferido dos ingleses. Porém, menos de uma década depois, a publicação da correspondência e de uma biografia severa deixaram a reputação de Larkin nas lonas. Toda a gente sabia que ele era tristonho, frustrado, reaccionário: mas esses dois livros mostravam-no também racista, pornógrafo, misógino e cruel.

 

 

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Sombria transparência

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Exigir que tudo seja visível, e visto, é uma ideologia orwelliana da vigilância permanente (...), uma autovigilância  quase soviética.

 

 

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Isto não é poesia

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Ainda que não sejam "poéticas", as canções de Cocker são perspicazes e mordazes. 

 

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Indignos devotos

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Podemos ser entusiastas de alguém de quem discordamos? Pode um refractário tornar-se consensual? É possível que os elogios constituam uma forma de equívoco? Perguntas importantes, a que Anselm Jappe tentou recentemente dar resposta.

 

 

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Pobres belgas

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Este panfleto, não publicado em vida, e a que Baudelaire se referia como "o livro sobre a Bélgica", não chega bem a ser um livro, é antes um projecto de livro.  

 

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Amarga vitória

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Para quê uma guerra sem efectivos, equipamento, armamento, instrução ou convicção? 

 

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O céptico e o entusiasta

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O escocês Alastair Reid (1926-2014) instalou-se em Espanha em 1956. Poeta e jornalista nómada, gostou do modo como os espanhóis "expandiam o presente" quotidiano, apesar do franquismo. E descreveu o seu país adoptivo em várias crónicas e reportagens para a "New Yorker". 

 

 

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Bardot, Bardot

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Em 1959, o jornalista e escritor François Nourissier, então conselheiro editorial da Grasset, foi incumbido de adquirir os direitos de um texto sobre Brigitte Bardot que Simone de Beauvoir tinha publicado na revista americana "Esquire", e que também aparecera num livro italiano. Mas a famosa feminista recusou, talvez porque o artigo fosse pouco abonatório ou pouco substantivo. 

 

 

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Conversa elevada

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A crítica literária da época da opinião pública, ou seja, a crítica jornalística, nasceu na Escócia, no século XVIII, com a "Edinburgh Review". Nas últimas décadas, foi também um escocês o responsável por um "high journalism" que sustenta a conversa intelectual de uma sociedade civilizada. Chamava-se Karl Miller, e morreu há dias, aos 83 anos. 

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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