28 de novembro de 2014
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Isto não é poesia

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Ainda que não sejam "poéticas", as canções de Cocker são perspicazes e mordazes. 

 

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Indignos devotos

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Podemos ser entusiastas de alguém de quem discordamos? Pode um refractário tornar-se consensual? É possível que os elogios constituam uma forma de equívoco? Perguntas importantes, a que Anselm Jappe tentou recentemente dar resposta.

 

 

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Pobres belgas

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Este panfleto, não publicado em vida, e a que Baudelaire se referia como "o livro sobre a Bélgica", não chega bem a ser um livro, é antes um projecto de livro.  

 

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Amarga vitória

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Para quê uma guerra sem efectivos, equipamento, armamento, instrução ou convicção? 

 

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O céptico e o entusiasta

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O escocês Alastair Reid (1926-2014) instalou-se em Espanha em 1956. Poeta e jornalista nómada, gostou do modo como os espanhóis "expandiam o presente" quotidiano, apesar do franquismo. E descreveu o seu país adoptivo em várias crónicas e reportagens para a "New Yorker". 

 

 

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Bardot, Bardot

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Em 1959, o jornalista e escritor François Nourissier, então conselheiro editorial da Grasset, foi incumbido de adquirir os direitos de um texto sobre Brigitte Bardot que Simone de Beauvoir tinha publicado na revista americana "Esquire", e que também aparecera num livro italiano. Mas a famosa feminista recusou, talvez porque o artigo fosse pouco abonatório ou pouco substantivo. 

 

 

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Conversa elevada

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A crítica literária da época da opinião pública, ou seja, a crítica jornalística, nasceu na Escócia, no século XVIII, com a "Edinburgh Review". Nas últimas décadas, foi também um escocês o responsável por um "high journalism" que sustenta a conversa intelectual de uma sociedade civilizada. Chamava-se Karl Miller, e morreu há dias, aos 83 anos. 

 

 

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O que é o mundo

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Dizer que o mundo não existe talvez atenue o sofrimento em algumas ocasiões, mas suscita paradoxos insustentáveis e a incompreensão geral. Gosto de citar Berkeley e de afirmar que "o mundo não existe". Mas é um fraco consolo, e uma provocação gratuita. Até porque Berkeley nunca disse isso.

 

 

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Ter razão

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Depois do massacre de Tiananmen, muita gente disse a Simon Leys que ele afinal "tinha razão". Leys, pseudónimo do belga Pierre Ryckmans, nasceu em 1935, viveu largas temporadas na China e em Hong Kong, e publicou três livros decisivos e destemidos: "Les Habits neufs du président Mao" (1971), "Ombres chinoises" (1974) e "Images brisées" (1976). 

 


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Inglaterra independente

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Daqui a cinco dias decide-se a independência da Inglaterra. Bem sei: o referendo é sobre a Escócia. Mas achei curioso trazer aqui uma inquietante ideia do colunista inglês Simon Heffer. Explico, em síntese, o que Heffer escreveu, num ensaio publicado há década e meia: que a Escócia é uma nação, ou se sente uma nação, o que é o mesmo.

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Edição Diária 17.Abr.2014

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