27 de fevereiro de 2015
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Outra vez

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o primeiro-ministro israelita disse que os judeus da Europa devem mudar-se para Israel. A sugestão é insensata, mas o medo é compreensível. 

 

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À espera do bárbaro

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O caso grego faz pensar num poema de Kafavis, o maior de todos os poetas gregos modernos. 

 

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Depois de Auschwitz

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Auschwitz pertence às gerações futuras, às gerações da memória alheia, não da experiência pessoal.

 

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Dizer o quê

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Liberdade de expressão também permite que as pessoas digam aquilo que não querem dizer.

 

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Quem tem medo de "Charlie"?

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Uma verdadeira liberdade de imprensa, ou liberdade de expressão em geral, é uma liberdade sem "mas".

 

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Defesa do ocidente

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Criticado apressadamente como "islamofóbico", o novo romance de Houellebecq é na verdade uma sátira zangada aos valores actuais do ocidente.  

 

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Domícilio conjugal

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Ferrara mostra-se fascinado por Depardieu, tão corajoso e escabroso como o Harvey Keitel de "Polícia sem Lei".

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1963

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Histórias infantis

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Quando o meu avô materno morreu, encontrei na sua biblioteca vários livros de Stefan Zweig. Vigésimas e trigésimas edições, em francês. Uma popularidade colossal, que se eclipsou depois da II Guerra, com a mudança de época e de gostos.

 

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A Grande Parada

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Marchas, multidões, bandeiras. "A Grande Parada" (1925), de King Vidor, é um dos primeiros filmes cépticos quanto ao belicismo, e em especial quanto à Guerra de 14-18. É-nos apresentada a vida quotidiana, comezinha, de vários americanos, e de repente passamos a um tempo especial, diferente, terrível. A princípio, o ideal guerreiro ainda gera ilusões, os homens belos nos uniformes, dizem as suas namoradinhas, em marchas, multidões, bandeiras, um entusiasmo não se sabe de quê, estando os campos de batalha longe, do outro lado do oceano, em terras desconhecidas.

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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