20 de dezembro de 2014
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A Grande Parada

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Marchas, multidões, bandeiras. "A Grande Parada" (1925), de King Vidor, é um dos primeiros filmes cépticos quanto ao belicismo, e em especial quanto à Guerra de 14-18. É-nos apresentada a vida quotidiana, comezinha, de vários americanos, e de repente passamos a um tempo especial, diferente, terrível. A princípio, o ideal guerreiro ainda gera ilusões, os homens belos nos uniformes, dizem as suas namoradinhas, em marchas, multidões, bandeiras, um entusiasmo não se sabe de quê, estando os campos de batalha longe, do outro lado do oceano, em terras desconhecidas.

 

 

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Amizade e gramática

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Deborah, duquesa de Devonshire, que morreu há umas semanas, aos 94 anos, não era uma aristocrata inglesa indistinta: era a última das seis irmãs Mitford, uma fraternidade pouco fraterna de socialites, beldades, escritoras e activistas, duas delas fascistas e uma comunista. Evelyn Waugh esteve apaixonado por Deborah, que o manteve à distância. E acabaria por se tornar quase-íntimo de outra irmã, Nancy, com quem manteve uma das mais excepcionais correspondências não-amorosas dos tempos modernos.

 

 

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O bom e o vilão

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Em 1985, data da sua morte, Philip Larkin era o poeta preferido dos ingleses. Porém, menos de uma década depois, a publicação da correspondência e de uma biografia severa deixaram a reputação de Larkin nas lonas. Toda a gente sabia que ele era tristonho, frustrado, reaccionário: mas esses dois livros mostravam-no também racista, pornógrafo, misógino e cruel.

 

 

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Sombria transparência

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Exigir que tudo seja visível, e visto, é uma ideologia orwelliana da vigilância permanente (...), uma autovigilância  quase soviética.

 

 

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Isto não é poesia

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Ainda que não sejam "poéticas", as canções de Cocker são perspicazes e mordazes. 

 

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Indignos devotos

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Podemos ser entusiastas de alguém de quem discordamos? Pode um refractário tornar-se consensual? É possível que os elogios constituam uma forma de equívoco? Perguntas importantes, a que Anselm Jappe tentou recentemente dar resposta.

 

 

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Pobres belgas

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Este panfleto, não publicado em vida, e a que Baudelaire se referia como "o livro sobre a Bélgica", não chega bem a ser um livro, é antes um projecto de livro.  

 

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Amarga vitória

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Para quê uma guerra sem efectivos, equipamento, armamento, instrução ou convicção? 

 

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O céptico e o entusiasta

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O escocês Alastair Reid (1926-2014) instalou-se em Espanha em 1956. Poeta e jornalista nómada, gostou do modo como os espanhóis "expandiam o presente" quotidiano, apesar do franquismo. E descreveu o seu país adoptivo em várias crónicas e reportagens para a "New Yorker". 

 

 

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Bardot, Bardot

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Em 1959, o jornalista e escritor François Nourissier, então conselheiro editorial da Grasset, foi incumbido de adquirir os direitos de um texto sobre Brigitte Bardot que Simone de Beauvoir tinha publicado na revista americana "Esquire", e que também aparecera num livro italiano. Mas a famosa feminista recusou, talvez porque o artigo fosse pouco abonatório ou pouco substantivo. 

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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