25 de janeiro de 2015
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O efeito de contágio

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Por que razão umas eleições num país periférico, com instituições em desagregação, um sistema partidário crescentemente excêntrico e cuja economia representa menos de 2% do PIB da zona euro geram tamanha expectativa?

 

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O momento clarificador

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As eleições gregas da próxima semana têm uma virtude: aconteça o que acontecer, vão romper com o pacto de silêncio que reina na Europa e serão um momento clarificador.

 

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A corrupção e o patinho feio

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Uma coisa são as perceções, outra é saber se de facto Portugal é um país corroído pela corrupção. Ora, quanto a isto, ninguém pode ter certezas.

 

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Aqui vamos nós de novo

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Atribuir à impotência democrática a responsabilidade pela crise do euro não passa de uma ilusão, aliás tão contraproducente como perigosa.

 

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A regeneração e o rei-juiz

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Aparentemente, não faltam por aí magistrados com vontade de encarnar a figura do rei-juiz. Não estaremos perante novos inimigos das sociedades abertas?

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Poderosos e descamisados

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No seu neoperonismo tosco, o pós-neoliberal Passos Coelho ambiciona, agora, surgir como porta-voz dos descamisados e defensor do mexilhão.

 

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Banqueiro bom, banqueiro mau

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É tão inverosímil que a colossal manipulação de contas fosse feita sem que Salgado estivesse envolvido, como é acreditar que Ricciardi estava a leste de tudo.

O processo

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Se António Costa for capaz de gerir a questão, preservando o PS, a sua liderança  sairá mais forte  do que sairia se não tivesse de enfrentar as tormentas que se anunciam.

 

 

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Em nome da lei

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A viabilidade de uma sociedade fundada nas liberdades depende de uma justiça cega, mas em igual medida da capacidade de quem errou aceitar a punição moral e política pelos seus erros.

 

 

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A terra devastada

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Perante as instituições em que se alicerça o regime, a destruição nunca é criativa, é, na essência, destruidora, com a agravante de ter o condão de tudo contaminar.

 

 

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