27 de fevereiro de 2015
Página Inicial   >  Opinião  >  Pedro Adão e Silva

A luz que começa a morrer

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Fica clara a diferença colossal entre o que nos é dito. De um lado, um reconhecimento do falhanço da estratégia seguida, do outro um reforço da virtude do caminho percorrido.

 

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Que Presidente queremos?

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40 anos após o 25 de Abril, o regime só teria a ganhar se tivesse uma mulher na Presidência. Vejo boas razões para se ponderar uma candidatura de Manuela Ferreira Leite.

 

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A nova normalidade

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Recuámos dez anos. Inverteu-se o ciclo de diminuição da pobreza e o "mexilhão" pagou o ajustamento.

 

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Um conto de crianças

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As sucessivas declarações de Passos Coelho desde 2011, sobre a austeridade ou o BCE, não são o verdadeiro conto de crianças? 

 

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O efeito de contágio

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Por que razão umas eleições num país periférico, com instituições em desagregação, um sistema partidário crescentemente excêntrico e cuja economia representa menos de 2% do PIB da zona euro geram tamanha expectativa?

 

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O momento clarificador

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As eleições gregas da próxima semana têm uma virtude: aconteça o que acontecer, vão romper com o pacto de silêncio que reina na Europa e serão um momento clarificador.

 

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A corrupção e o patinho feio

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Uma coisa são as perceções, outra é saber se de facto Portugal é um país corroído pela corrupção. Ora, quanto a isto, ninguém pode ter certezas.

 

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Aqui vamos nós de novo

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Atribuir à impotência democrática a responsabilidade pela crise do euro não passa de uma ilusão, aliás tão contraproducente como perigosa.

 

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A regeneração e o rei-juiz

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Aparentemente, não faltam por aí magistrados com vontade de encarnar a figura do rei-juiz. Não estaremos perante novos inimigos das sociedades abertas?

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Poderosos e descamisados

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No seu neoperonismo tosco, o pós-neoliberal Passos Coelho ambiciona, agora, surgir como porta-voz dos descamisados e defensor do mexilhão.

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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