24 de outubro de 2014
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As malabarices orçamentais

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O  lastro de destruição nas políticas públicas que este Governo deixará como legado estará acompanhado por um buraco orçamental, a corrigir pelo próximo Governo.

 

 

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Por um Governo normal

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Desde o início deste Governo houve sempre um propósito implícito: degradar o Estado e a administração pública.

 

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Não pensar como a direita

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Se o PS não quer ficar condenado a governar como a direita, tem muito ainda que pensar e pensar de forma diferente.

 

  

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Primárias: vantagem ou problema?

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Em vez de os partidos se precipitarem a copiar o PS, talvez fosse melhor refletirem se as primárias são uma vantagem ou um problema.

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Estado de Citius

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Por mais sofreguidão legislativa sobre pedofilia que revele, Teixeira da Cruz não será capaz de disfarçar a sua incompetência para governar a justiça em Portugal.

 

 

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Quem ganhou?

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Este contexto leva a que o adversário de Seguro seja Costa, enquanto o adversário de Costa é Passos Coelho.

 

 

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Os executores testamentários

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Faz todo o sentido ter um ex-membro do Governo português, que seguiu com zelo exemplar um programa de empobrecimento, como responsável pelas áreas sociais na Europa.

 

 

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O drama e os equívocos

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Não fora os acórdãos do Constitucional e o Governo não resistiria ao que mais gosta de fazer: lançar doses redobradas de austeridade sobre a economia. Com insucesso garantido.

 

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Muitos desses países

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Passos Coelho refere-se à relação de Portugal com os mecanismos institucionais europeus como se uma nação soberana fosse uma dona de casa em dívida para com uma vizinha.

 

 

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O que nasce torto

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Onde se explica como é que no caso BES, o Banco de Portugal não perdeu uma oportunidade de criar problemas adicionais a si próprio.

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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