20 de dezembro de 2014
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Poderosos e descamisados

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No seu neoperonismo tosco, o pós-neoliberal Passos Coelho ambiciona, agora, surgir como porta-voz dos descamisados e defensor do mexilhão.

 

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Banqueiro bom, banqueiro mau

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É tão inverosímil que a colossal manipulação de contas fosse feita sem que Salgado estivesse envolvido, como é acreditar que Ricciardi estava a leste de tudo.

O processo

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Se António Costa for capaz de gerir a questão, preservando o PS, a sua liderança  sairá mais forte  do que sairia se não tivesse de enfrentar as tormentas que se anunciam.

 

 

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Em nome da lei

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A viabilidade de uma sociedade fundada nas liberdades depende de uma justiça cega, mas em igual medida da capacidade de quem errou aceitar a punição moral e política pelos seus erros.

 

 

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A terra devastada

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Perante as instituições em que se alicerça o regime, a destruição nunca é criativa, é, na essência, destruidora, com a agravante de ter o condão de tudo contaminar.

 

 

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Nós por cá

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Em 2010, quando ficou claro que a Grécia tinha mentido nas suas contas públicas, os líderes europeus cederam à tentação de transformar um problema político numa questão moral.

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A impotência democrática

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Atentem no exemplo de Espanha. Em 2008, PP e PSOE obtinham, nas legislativas, 83,8% dos votos. Esta semana, duas sondagens revelavam o colapso do bipartidarismo e a ascensão meteórica de um movimento pós-ideológico, nascido da oposição à austeridade, o Podemos. Oito meses passados desde a sua formação, o novo "partido" tem mais de 20% das intenções de voto - sensivelmente o mesmo valor do PP e do PSOE.    

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Um interdito: criticar os media

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Passos Coelho não tem legitimidade para criticar os jornalistas até porque a comunicação social manifesta em relação ao primeiro-ministro uma tolerância sem paralelo.

 

 

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O Estado em outsourcing

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Não sabemos se o Governo é movido por uma fúria ideológica contra o Estado ou se tem apenas enormes níveis de incompetência.

 

 

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As malabarices orçamentais

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O  lastro de destruição nas políticas públicas que este Governo deixará como legado estará acompanhado por um buraco orçamental, a corrigir pelo próximo Governo.

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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