23 de agosto de 2014
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Muitos desses países

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Passos Coelho refere-se à relação de Portugal com os mecanismos institucionais europeus como se uma nação soberana fosse uma dona de casa em dívida para com uma vizinha.

 

 

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O que nasce torto

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Onde se explica como é que no caso BES, o Banco de Portugal não perdeu uma oportunidade de criar problemas adicionais a si próprio.

 

 

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Uma história de insucessos

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O mais surpreendente nesta história é que o desabamento do universo Espírito Santo tenha ocorrido nas barbas da troika e dos supervisores.

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Uma justiça de pelourinho

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Pior que isso só mesmo a sensação com que se fica de que a justiça, em Portugal, só chega aos poderosos quando estes já perderam a sua influência social ou o seu poder político.

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Um processo tóxico

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Talvez fosse oportuno explicar qual o destino dado aos 900 milhões de euros no universo Rioforte.

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Donos disto tudo

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O objetivo dos que clamaram pela troika nunca foi resolver o problema da dívida mas sim alterar as relações de poder em Portugal.

 

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Duas nações

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Temos hoje, de facto, duas nações que não partilham ideias sobre a natureza dos nossos problemas, duas nações entre as quais o diálogo é improvável.

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A política Calvinbol

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Se a política portuguesa continuar nesta imparável deriva, mais tarde ou mais cedo os portugueses mudarão a política.

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Dividir para desgovernar

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A disputa entre o Governo e o Tribunal Constitucional é de natureza tática. Passos Coelho quer instrumentalizar a Constituição.

 

 

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O compromisso dos 2%

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O que é pedido a Portugal é, no mínimo, irrealista, assenta em bases irracionais fundadas no pensamento mágico.

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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