1 de Abril de 2015
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O tempo da impunidade

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De cada vez que a ministra enfrenta problemas políticos, logo surge a proposta, repetida vezes sem conta, da criação de uma "lista de pedófilos".

 

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Um legado de desagregação

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Inscrever a desigualdade no tratamento dos cidadãos na relação com o fisco, na proteção social, na educação ou na saúde é o grande propósito deste Governo.

 

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Marcas que não prescrevem

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O episódio revelador das dívidas de Passos Coelho à Segurança Social tem, também, um preocupante efeito de ocultação. Enquanto permanecemos emaranhados no novelo de explicações pouco credíveis do primeiro-ministro, deixamos para segundo plano uma questão essencial: o que este episódio nos diz sobre as transformações em curso na administração pública. 

 

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Dois Pedros, duas medidas

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O que indigna não é que o cidadão Passos Coelho não tenha feito o que devia. São, sim, as desculpas esfarrapadas e sobretudo o moralismo indecoroso desde que é primeiro-ministro.

 

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A mesa, a Schadenfreude e a vigilância

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Perante um processo negocial, que a Europa devia aproveitar dar um passo em frente, reemerge o egoísmo e, pior, uma satisfação obscena com a humilhação de povos soberanos.

 

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A luz que começa a morrer

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Fica clara a diferença colossal entre o que nos é dito. De um lado, um reconhecimento do falhanço da estratégia seguida, do outro um reforço da virtude do caminho percorrido.

 

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Que Presidente queremos?

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40 anos após o 25 de Abril, o regime só teria a ganhar se tivesse uma mulher na Presidência. Vejo boas razões para se ponderar uma candidatura de Manuela Ferreira Leite.

 

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A nova normalidade

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Recuámos dez anos. Inverteu-se o ciclo de diminuição da pobreza e o "mexilhão" pagou o ajustamento.

 

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Um conto de crianças

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As sucessivas declarações de Passos Coelho desde 2011, sobre a austeridade ou o BCE, não são o verdadeiro conto de crianças? 

 

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O efeito de contágio

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Por que razão umas eleições num país periférico, com instituições em desagregação, um sistema partidário crescentemente excêntrico e cuja economia representa menos de 2% do PIB da zona euro geram tamanha expectativa?

 

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