26/05/2012 atualizado às 17:26

PCP diz que adopção por "gays" deve ser discutida

O PCP considera que a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo acaba com "situação de desigualdade e descriminação", mas que o alargamento da adopção deve ser alvo de uma "discussão aprofundada". 

16:09 Quinta feira, 17 de dezembro de 2009

O PCP afirmou hoje que a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo "acaba com uma situação de desigualdade e descriminação", mas considerou que o alargamento da adopção a estes casais "exige uma discussão aprofundada na sociedade portuguesa".

Em declarações aos jornalistas no Parlamento a propósito da aprovação do casamento homossexual hoje em Conselho de Ministros, o deputado João Oliveira referiu que os comunistas vão "esperar pela proposta do Governo para perceber em que sentido" votarão, salientando contudo que "o que está em causa é uma situação de desigualdade e discriminação em função da orientação sexual e que deve ser resolvida legislativamente".

Para os comunistas, a adopção "é uma questão que exige mais discussão" e que "é preciso aprofundar a discussão na sociedade portuguesa e no seio dos partidos políticos" para "eventualmente alterar mais tarde", "A adopção é uma questão completamente diferente (...) trata-se de um direito das crianças a terem uma família e a serem adoptadas e portanto nós consideramos que essa é uma questão completamente distinta, que deve ser discutida no quadro de uma revisão do regime jurídico da adopção", declarou.

Casamento e adopção devem ser discutidos em separado


Questionado sobre o projecto de lei do PEV apresentado nesta legislatura, que prevê a possibilidade de adopção por casais de pessoas do mesmo sexo, João Oliveira considerou que "o casamento e a adopção são duas questões distintas que devem discutidas em momentos separados".

"A alteração legislativa que se impõe neste momento é em relação ao casamento, misturar as duas questões não é positivo", afirmou.

"Consideramos que não é bom juntar as duas questões na mesma alteração legislativa", vincou.

Lusa
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Governo aprova casamento homossexual

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Não sabia...
nortagus (seguir utilizador), 1 ponto , 16:36 | Quinta feira, 17 de dezembro de 2009
Então no PCP também há bichas (no sentido de filas), de interessados, para tratar deste assunto?! Parabéns.
 
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É uma jogada do CTPS.
O Malho (seguir utilizador), 1 ponto , 17:07 | Quinta feira, 17 de dezembro de 2009
Com esta proposta de lei, o PS e o governo tenta conseguir cinco objectivos.

1 - Afastar os temas de discussão da "Face Oculta", "Freeport", Corrupção no PS.
2 - Dividir as opiniões da sociedade, cada vez mais unida na critica ao PS e ao governo.
3 - Dividir a Assembleia da Republica, criando alguma discussão entre BE / PCP e PP / PSD.
4 - Procurar alianças com o BE e PCP.
5 - Criar problemas ao PR que vai acabar por vetar a lei com base em algumas inconstituicionalidades.

Desafio todos os partidos para, na altura da votação desta lei, darem completa liberdade de voto aos seus deputados.
 
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os comunistas sempre foram contra o casamento
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 1:36 | Segunda feira, 21 de dezembro de 2009
Uma coisa é aceitar que o casamento não tenha que ser um projecto de vida para todos e que a opção pela homossexualidade seja tão legítima como a opção pela vida monástica sem que nem uma nem outra impliquem o labéu da anormalidade ou da doença mental, como foi o caso até há poucos anos! Outra coisa é saltar por cima do senso comum e pensar que se pode abrir por magia legislativa as portas do casamento a pessoas que o rejeitaram por orientação sexual ou opção de vida, casando pessoas do mesmo sexo (ou frades com ferreiras)! Tais relações são estéreis, por natureza biológica, e por pressuposto filosófico indefensáveis. Mesmo que tal fosse aceitável neste mundo moderno de relativismo quase absoluto haveria sempre esta conclusão: Os casamentos potencialmente férteis nunca poderão ser colocados no mesmo pé de igualdade dos casamentos inférteis e se não podemos saber se alguns sempre se alguns casamentos heterossexuais serão à partida inférteis podemos excluir como férteis os que ab inico que seguramente o são! O critério da fertilidade potencial é seguramente o único que juridicamente pode fazer a diferença entre um casamento que, nos termos no artigo 16º dos direitos do homem, dever ter a protecção do estado.
 
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    Re: E quem quer casar mas não quer procriar?    Ver comentário
CondestavelXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 9:14 | Segunda feira, 21 de dezembro de 2009
a lei tem que se basear em princípios lógicos1
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 12:28 | Segunda feira, 21 de dezembro de 2009
Como se os fundamentos religiosos tivessem que se basear em princípios lógicos...Mas quais? O do sacramento católico do casamento? Antes deste já havio ao casamento romano com normas de código civil chamado matrimónio, que era o munus, o poder da (futura) mãe! Não estou a falar de religião...Quanto muito falo de cultura e tradição dum instituto que nasceu com o patriarcado há muitos milhares de anos e que, obviamente tem evoluído com a sociedade a par e passo com a evolução da...família ( Pham-ulia, poder das mulheres, ou seja herança da língua latina de velhas tradições matriarcais)! Quem tem que se basear em princípios lógicos é a lei, neste caso do casamento, e por isso repito que “o critério da fertilidade potencial é seguramente o único que juridicamente pode fazer a diferença entre um casamento que, nos termos no artigo 16º dos direitos do homem, dever ter a protecção do estado. “Os casais heterossexuais férteis cuja vontade de não ter filhos seja conhecida” é algo difícil de estabelecer porque não há nada mais volúvel que a vontade humana, mentirosos e batoteiros sempre os houve e não vale a pena contar com isso e…o instinto da preservação da espécie é quase sempre mais forte do que o capricho egoísta dos que casam e descasam como quem muda de camisa! Não falo das excepções, que toda a realidade humana comporta, mas da regra e dos seus fundamentos que no caso dum casamento protegido pelo estado só pode ser a da família potencialmente reprodutiva por qualquer meio ...
 
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a lei tem que se basear em princípios lógicos2
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 12:30 | Segunda feira, 21 de dezembro de 2009
Não importam as excepções, que toda a realidade humana comporta, mas a regra e os seus fundamentos que no caso dum casamento protegido pelo estado só pode ser a da família potencialmente reprodutiva por qualquer meio (comum, fertilidade medicamente assistida, adopção, etc.) na medida em que é dela, seja em que forma ela tenha, que depende a reprodutibilidade e perpetuação social!
 
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EU JÁ SEI..A CONTINUAR ASSIM;UM DIA DESTES NÃO EXI
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 14:52 | Terça feira, 22 de dezembro de 2009
EU JÁ SEI..A continuar assim ;um dia destes não existe mais portugal..OU seja;o espaço físico até pode existir;mas com o tipo da nossa gente de ser bem português;não mais existirão no nosso e tão bonito portugal..Hó pobre destino da raça portuguesa...???Já vai para mais de 100 anos;que a população não aumenta..OU SEJA sempre anda na casa dos 10 milhões;e mais 500 mil são de emigrantes;vindos de todo o lado;ainda é pior que aí em portugal.OUVIRAM XENTE...??Pelos vistos;só os meus filhos e netos e bisnetos;é que vão ser donos de portugal;e aí vai começar outro tipo de xente..POIS A MINHA TRIBO;JÁ TEM MAIS DE 50 PESSOAS;SERÁ O FUTURO DO NOVO POVO DE PORTUGAL.até já pensei em deixar em testamento;e mudar o nome..Também nos tempos passados;a antiga fenícia;também lá desapareceu;e outros impérios;e outros povos;então a continuar assim o meu amado portugal;está condenado a desaparecer..???ATÉ LÁ.. CUMPTS..KANTIFLAS.
 
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