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Parlamento: debate quinzenal ao minuto

PCP anuncia moção de censura contra Governo

Jerónimo de Sousa anunciou que vai apresentar uma moção de censura contra o Governo. O debate ficou marcado para o próximo dia 25.

Passos Coelho responde aos deputados sobre os temas emprego, crescimento e coesão
Passos Coelho responde aos deputados sobre os temas emprego, crescimento e coesão  / Lusa

11h49 - Termina o debate quinzenal 

11h40 - Em resposta às acusações dos ecologistas, Passos Coelho garantiu não ter perdido o sentido da realidade, pelo contrário diz "conhecer bem" a realidade do país. Além disso, o primeiro-ministro rejeitou a visão do "emprego para a vida" e as críticas ao "Programa Impulso Jovem".

11h36 - A deputada do PEV, Helóisa Apolónia, criticou o estado do SNS e o aumento do desemprego, acusando o Governo de ter perdido o sentido da realidade.  

"Desde o memorando da troika há pessoas no seu país que abandonam tratamentos e cuidados de saúde porque está tudo mais caro e as pessoas têm menos dinheiro, que abandonam o ensino, que racionam na comida, mais de 100 mil desempregados num ano, só os declarados, é obra, centenas de empresas a fechar, é obra do Governo",  sublinhou a deputada do PEV.

Helóisa Apolónia disse também que o "Programa Impulso Jovem" de ser apenas um programa curto de estágios, que não resolverá a precariedade. 

"A maioria e o Governo vêm dizer que é um programa de criação de emprego, mas não é nada disso é um programa de estágios a seis meses, com estas caraterísticas, pagam-se 419 euros aos com formação superior, 691 brutos, ao fim de seis meses rua ou então podem ter a sorte de ter um contrato curtinho", declarou.

11h29 - "O primeiro-ministro tem uma estratégia que é sacudir a água do capote" acusa Francisco Louçã, dando como exemplo  as intervenções de Passos Coelho sobre o encerramento da MAC ou o resgate de Espanha.

11h24 - "Não tive conhecimento da decisão da data de encerramento da  MAC", garante o primeiro-ministro, sublinhando que não se governa pelos jornais e que não soube o calendário pelo ministro da Saúde.

"Não foi este Governo que introduziu essa matéria na discussão da carta hospitalar", sublinhou Passos. "O encerramento da MAC está há muitos anos na agenda da carta hospitalar, respondi já a esse respeito e o senhor ministro da Saúde também, que a forma como decorrerá esse encerramento que está previsto acontecer nos próximos anos será oportunamente divulgada", concluiu.

11h20 - Intervenção do BE. Francisco Louçã questiona o Governo sobre o encerramento da maternidade Alfredo da Costa.

"Sr. primeiro-ministro como se sente como cangalheiro da melhor maternidade de Portugal?"

"Na semana passada, anunciada a carta hospitalar, nada estava previsto sobre o encerramento, está a anunciado o encerramento, quando se discutiu a perspetiva de futuro da MAC o Governo assegurava que queria manter a qualidade, agora fecha por razões económicas, não queria dividir os serviços da MAC no futuro agora começa a dividi-los", declara Louçã.

11h12 - "O Governo está muito tranquilo com o caminho seguido", diz Passos.

"A sua intervenção trouxe surpresa e novidade, mas quero dizer-lhe que o Governo encara com muita naturalidade e com muita tranquilidade a iniciativa de censura que aqui anunciou", declara Pedro Passos Coelho.

Na resposta ao secretário-geral comunista, Passos Coelho diz entender que o PCP, por ter uma "visão inteiramente diferente" do caminho que está a ser seguido, "coerentemente se quer mostrar diferente da estratégia que está a ser seguida".

O primeiro-ministro defende que o caminho que o Governo tem seguido "tem produzido efeitos úteis a Portugal".

"É útil a Portugal ser visto como alguém que cumpre aquilo que se compromete. Numa altura de incerteza geral é útil para os portugueses que, graças ao caminho seguido, Portugal seja hoje olhado com respeito."

11h11 - "Este é um ano fatídico para os portugueses", afirma Jerónimo de Sousa, defendendo que o problema não o está na falta de solidariedade, mas nas políticas que só levam ao empobrecimento do país e dos portugueses. "Nesse sentido chegou a hora de dizer basta, antes que seja tarde demais", disse o secretário-geral do PCP, anunciando que vai apresentar uma moção de censura contra o Governo.

"A moção de censura ao pacto de agressão, ao aumento da exploração, ao empobrecimento, à política de Governo e ao Governo que o executa, que afunda o país e o conduz ao desastre, com a consciência que a rotura com esta política surge cada vez mais como um imperativo nacional", disse Jerónimo de Sousa.

11h10 - "Um país que não tem crédito e não cria riqueza só pode viver como pode", diz Passos Coelho em resposta a Jerónimo de Sousa, sublinhando que o caminho com realismo é conter o défice.

11h08 - "Estamos no bom caminho com a vida dos portugueses a andar para trás?" questiona o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, apelando ao primrio-ministro para dizer a verdade e não enganar os portugueses.

11h01 - Passos Coelho  defende que não é o Estado que deve promover diretamente o crescimento, mas a economia e os agentes económicos - os privados que são "o verdadeiro motor do crescimento económico".
O Governo só pode ajudar ao nível dos custos de contexto e condições para a competitividade.

10h58 - Passos Coelho reitera que o "pedido de ajuda a Espanha formalmente não ocorreu" e sublinha se o Governo de Mariano Rajoy fizer  um pedido formal às instituições europeias estas estarão dispostas a ajudar até um intervalo superior de 100 mil milhões de euros, mas estando obviamente sujeitas a condições a esse nível.

10h50 - O líder parlamentar do CDS-PP refere  que "em menos de um ano, este Governo fez inúmeras reormas importantes", mas lembra que é preciso combater a chaga social do desemprego.

Nuno Magalhães pede ao primeiro-ministro mais esclarecimentos sobre as rendas execessivas e o resgate á banca espanhola.

10h45 - Relativamente ao tema emprego, o primeiro-ministro diz que têm vindo a ser executados vários programas para combater o desemprego, como o programa "Impulso Jovem". 

O objetivo, explica Passos Coelho, é suavizar as condições dos portugueses que se inserem nessa situação, até se chegar ao ponto de viragem da economia.

10h40 - Passos Coelho diz que os encargos com as parcerias público privadas (PPP) podem andar entre 1,2 e 1,4 mil milhões de euros. O Governo espera poupar cerca de 30% com a renegociaçao das PPP.

"O Governo assumiu uma meta, juntamente com a Estradas de Portugal, para a qual está a trabalhar. Foi assumidamente tomado o valor de cerca de 30% de redução desses encargos, que o Governo fixou como uma meta que seria alcançável. E eu espero que ela seja alcançável, porque isto significaria, até ao fim de vida dos contratos, uma redução entre 4 mil e 4,5 mil milhões de euros", afirma Passos Coelho.

"Estima-se agora que esses encargos possam andar entre quase 1,2 e 1,4 mil milhões de euros durante quase 30 anos. O nosso objetivo é, evidentemente, fazer a renegociação destes contratos", acrescenta.

O primeiro-ministro explica ainda  que o Governo quer que neste sector à semelhança do que se passou na área da energia: conseguir com a negociação um nível de alívio para os contribuintes que não seja apenas simbólico

10h32 - O líder parlamentar social democrata, Luís Montenegro, afirma que "se há sintoma que presidiu à reforma da taxas moderadoras foi o aumento das isenções" e acusa o PS de não se preocupar com os encargos com as PPP.  

O líder parlamentar do PSD considera que "é chocante que o PSD pense no seu umbigo em vez do melhor para Portugal."

10h30 -"É surpreendente que Seguro não esteja preocupado com os encargos com PPP", acusa ainda Luís Montenegro.

10h28 - Intervenção do PSD. O líder parlamentar social democrata, Luís Montenegro, afirma que "se há sintoma que presidiu a reforma da taxas moderadoras foi o aumento das isenções" e não o aumento da taxas moderadoras, como acusa o PS.

Luís Montenegro lembra que dívida herdada da Saúde ascende  a 43 mil milhões de euros.

10h26 - "Com Espanha, a Europa deve ter percebido que a austeridade não é o caminho", afirma Seguro, sublinhando que falharam os testes de stress e hoje detiorou-se a situação económica e financeira de Espanha e da Europa.

10h24 - O primeiro-ministro diz que não "há condições negociadas com Espanha, nem sequer um pedido oficial", em resposta a António  José Seguro. 

10h22 - Seguro questiona o primeiro-ministro se os ministros das Finanças europeus aprovaram o empréstimo a Espanha sem definir as condições.

10h20 - Sobre a Galp e a EDP, o primeiro-ministro nunca terá respostas prontas, responde Passos Coelho a António José Seguro.

"O primeiro-ministro sabe aquilo que é importante", acrescenta o primeiro-ministro.     

10h12 - " O sr. deputado não faz mais do que juntar opiniões subjetivas", afirma Passos Coelho, referindo-se ao ataque de António José Seguro sobre as rendas excessivas na energia. 

O primeiro-ministro garante ainda que os portugueses vão sair a ganhar com a descida das suas faturas de eletricidade.

10h10 - "As medidas de racionalização no Serviço Nacional de Saúde em caso algum colocaram em causa a qualidade dos serviços", responde Pedro Passos Coelho.

10h08 - "A qualidade dos serviços de saúde está a ser colocada em causa em Portugal, não por culpa dos bons quadros que existem, mas por causa das políticas de racionalização do Governo, que atiram milhares de portugueses para fora do sistema", acusa António José Seguro.

"Os cortes na saúde vão muito além do que está no memorando da troika", acrescenta.

10h06 - Passos Coelho garante que as políticas de reestruturação na Saúde não põem em causa a qualidede dos serviços.

O primeiro-ministro disse, em resposta a António José Seguro, que o Serviço Nacional de Saúde (SNS)  presta todos os serviços dentro das suas possibilidades e é assim vai continuar a acontecer.

10h04 - António José Seguro questiona o Governo  sobre o relatório divulgado ontem que revela a dificuldade de acesso aos portugueses aos serviços de saúde.

"Conheço muitos portugueses com dificuldades no acesso ao Saúde", disse o líder socialista acusando as políticas do Governo de atirarem milhares de portugueses para fora do SNS.

10h02 A campainha já toca no Parlamento para chamar os deputados para o debate quinzenal

10h00 - O debate quinzenal de hoje tem como temas o emprego, crescimento e coesão. É a primeira presença de Passos Coelho no Parlamento desde resgate à banca espanhola.


Opinião


Multimédia

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Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

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Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS
É bom NÃO esquecer. Peçam ao fugitivo d Paris os 90,000 milhões d euros q aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010.Peçam ao fugitivo d Paris, q decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD q irão provavelmente aumentar a conta final para perto d 8000
milhões, depois d ter garantido q não nos ia custar um euro. Peçam ao fugitivo d Paris os 695 milhões d derrapagens nas PPPs só em 2011. Peçam ao fugitivo d Paris, q graças às suas brilhantes PPPs fez aumentar o custo do Campus da Justiça d 52 para 235 milhões. Peçam ao fugitivo d Paris os 1300 milhões q um banco público emprestou a uns amigos do partido p comprarem acções d um banco
privado rival, q agora valem pouco mais q zero. Quem paga? O contribuinte.
Peçam ao fugitivo d Paris os 450 milhões injectados no BPP p pagar os salários dos administradores nomeados p acautelar os interesses do Estado. Peçam ao fugitivo d Paris os 587 milhões q gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUTs Norte. Peçam ao fugitivo d Paris os 200 milhões d euros que ?desapareceram? entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior. Peçam ao fugitivo d Paris os 5800 milhões em impostos q anulou ou deixou prescrever. Peçam ao fugitivo d Paris os 7200 milhões d fundos europeus q Portugal perdeu pela incapacidade do governo d programar o seu uso. Peçam ao fugitivo d Paris os 360 milhões ...
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS 2
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS 2
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS 2
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS 2
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS
Re: É BOM NÃO ESQUECER O FUGITIVO DE PARIS
Os médicos vão fazer greve?
porque o Governo está e bem a mexer nos interesses corporativos e pessoais deles.
A moção de censura do PCP e o PS
Re: Os médicos vão fazer greve?
Re: Os médicos vão fazer greve?
Re: O Papagaio e funcionario
Re: O Papagaio e funcionario
Re: Os médicos vão fazer greve?
O PS NÃO PRESTA E SEGURO É PESSIMO
O barómetro revela que o PSD angaria 36,6% das intenções de voto, num universo de 600 inquéritos. No barómetro de Maio, o partido liderado por Passos Coelho teve 36,3%.

Já o PS vê as intenções de voto descerem de 28,9%, em Maio, para 28,2%. O partido liderado por António José Seguro é o único partido que perde terreno, todos os restantes recuperam.

O CDS passa de 6,2% para 7,5%, uma subida de 1,3 pontos, o que corresponde ao maior acréscimo entre todos os partidos.

A CDU volta a conquistar mais de 10% das intenções e voto. A coligação PCP com o Partido Os Verdes angariou 10,1% das intenções de voto contra 9,7% conseguidas no último barómetro.

Já o Bloco de Esquerda passa de 4,3% das intenções de voto para 5%.

A abstenção verificada neste barómetro desce de 46,1%, em Maio, para 44%, em Junho.
Re: O PS NÃO PRESTA E SEGURO É PESSIMO
Re: O ALGODÃO NÃO ENGANA!
Re: O ALGODÃO NÃO ENGANA!
Re: O ALGODÃO NÃO ENGANA!
Re: e o PS fez igual mas com uma preocupação
Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
Re: Que lógica mais falaciosa
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Re: Que lógica mais falaciosa
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Re: O PS NÃO PRESTA E SEGURO É PESSIMO
Re: O PS NÃO PRESTA E SEGURO É PESSIMO
Para quê este "cronograma" de declarações néscias?
Seguro não está preocupado com as PPPs e coisas do género?
As PPPs - que deveriam perder o "P" do meio pq de públicas têm muito pouco, uma vez que o interesse privado releva sempre - foram "paridas" tb pelo pelos governos do sr. maçon Luis Montenegro. Podemos dizer que os governos Sócrates ao renegociarem as PPPs não defenderam o interesse público e contribuiram com as rendas hiper excessivas para o endividamento do Estado (e de que maneira) mas não nos esqueçamos que as PPPs já existiam anteriormente e foram "desenhadas" pelos governos do partido do maçon Luis Montenegro.
Por isso de uma forma ou de outra, em termos mais ou menos gravosos, estão todos no mesmo barco !
A renegociação das PPPs das ex-SCUTS feitas pelo anterior governo com responsáveis directos - Mário Lino, António Mendonça e Campos - foi verdadeiramente escandalosa e lesiva para o interesse público.
Pasme-se que por cada veículo que não passe nas ex-scuts em relação às projecções de tráfego inicialmente definidas e sobre estimadas - e a quebra chega em alguns casos aos 50% ! - o estado tem que indeminizar o Estado ad eternum contribuindo com rendas futuras na ordem das centenas de milhões de euros para as concessionárias privadas. Ora se isto não é um declarado roubo ao contribuinte é o quê ?!
Os responsáveis? Todos sabemos quem são, têm "bom nome" e fazem parte da entourage política de "elite" desta espécie de país democrático...
Re: Para quê este
Re: Para quê este
Re: Para quê este
BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PCP
Os comunistas portugueses sempre fizeram o pior pelo seu país. Alicerçam a sua política em atoardas grosseiras, slogans fáceis e gastos e, em mentiras descaradas. O mundo mudou mas eles não e, sempre em nome de um ideal que é ao dia de hoje o mais parecido que há ao fascismo do passado. Enfim… como se a solução dos problemas actuais passasse pela utopia que mais vítimas fez na história da humanidade.
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
Re: ENTÃO não brinque com quem é democrata
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
Re: a destruição de Portugal começou com o PREC
Re: a destruição de Portugal começou com o PREC
Re: a desemprego vai superar os 20%
Re: a desemprego vai superar os 20%
Re: a desemprego vai superar os 20%
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
Re: BRINCAR COM O PAÍS É O DESPORTO FAVORITO DO PC
O PS tem que deixar o neo liberalismo
Deixemo-nos de conversas da treta e divisionistas na esquerda. Entendam-se e
constituam um programa comum de esquerda, se verdadeiramente querem alterar a
crise moral grave do País. O problema de mudar está na ordem do dia da vida
da nação. Hoje milhões de homens e mulheres dizem: "isto não pode continuar
assim". As causas desse descontentamento são simples: o regime agrava
constantemente as dificuldades da vida de todas as camadas da população
trabalhadora. Por isso, todos se interrogam agora com inquietação, e mesmo
com ansiedade, sobre a situação, sobre o futuro. A instabilidade domina.
Domina a insegurança. Milhões de familias, vivem mal, por vezes na miséria.
Dia após dia, multiplicam-se os problemas que têm por diante,
transformando-se em preocupações angustiantes e até em verdadeiros dramas.
Os salários são insuficientes, os preços sobem a uma velocidade nunca vista,
os impostos não param de aumentar e esmagam os pequenos orçamentos. Assim ,
para o dia a dia, as familias de trabalhadores são obrigadas a sacrificios
permanentes, as privações de toda a ordem, inclusive nos aspectos mais
vitais. Poupa-se na comida. E, por isso, nas casas dos trabalhadores,
consome-se menos carne, menos legumes frescos, menos frutos frescos. Poupa-se
nas férias. E para mais há o receio sempre crescente de que a doença atinja
quem trabalha. (continua)

PCP na vanguarda enquanto o PS fôr neo liberal
E que dizer das centenas de milhares de pessoas idosas, que
vivem numa penúria dramática? Os que, com muitos anos de trabalho,
contribuiram para fazer a riqueza do país, recebem do Estado, , ao fim da
vida, uma verdadeira esmola. E há ainda o problema da educação dos filhos.
Há o aumento do desemprego. Depois, o que fica, para viver, para olhar pelos
filhos, como se desejaria, para a cultura, para o amor? A solução, não passa
por criticar sem apresentar um programa comum de esquerda, onde os problemas
levantados pelo desenvolvimento e as necessidades que esse desenvolvimento faz
surgir exigem uma transformação profunda das estruturas económicas do país.
A união é, na verdade, um meio essencial para o êxito do combate contra os
tecnocratas neo liberais...e actualmente os ultra liberais...mas para isso o partido socialista tem que abandonar o neo liberalismo...(Fim)
PCP ameaça... mas e trabalhar, não?
Mais do mesmo.

Depois não querem que se diga que os dirigentes e militantes do PCP têm uma velha e gasta K7 gasta encravada.

Na actual situação financeira do país o PCP apoia incondicionalmente as graves... só na CP foram 95 dias de greve durante o ano de 2011 - depois querem que os patrões distribuam o lucro pelos trabalhadores (eles dizem que são trabalhadores).

O sentido de responsabilidade do PCP acaba quando se lhes questiona onde vão buscar o dinheiro que está a entrar em Portugal pela mão da TROIKA.

Ou será que é à BE/SYRISA?
Rasga-se o acordo e os estrangeiros continuam a enviar o dinheiro.

Mas de uma pessoa que só trabalhou 6 anos e acha-se dono da expressão "Nós os trabalhadores" espera-se tudo.

Cumprimentos democráticos
Moção de censura
Contra esta censura do EXPRESSO.
A PIDE não acabou já?
Relativamente à frase "PS só pensa no seu umbigo"
Se o PS pensasse no seu próprio umbigo não teria assinado o Memorando de Entendimento e por esta altura já teria rasgado o mesmo, sobretudo quando existem outros Estados-Membros na União Europeia que têm um tratamento diferente daquele que temos relativamente à ajuda. Se existem diferenças entre Portugal e a Grécia, uma delas reside fundamentalmente na posição responsável da oposição que neste momento é liderada pelo Partido Socialista e em particular pelo seu Secretário-Geral, António José Seguro.
Re: Relativamente à frase
Re: Relativamente à frase
Re: Relativamente à frase
O abismo ...
Caguem nos programas de incentivo ao emprego , enquanto a indústria deslocalizadas da Europa para África e Ásia esqueçam os programas..é derreter dinheiro e encher os bolsos a pseudo-empresários!
É difícil entender isso ? A Europa tem que se unir e ter coragem para se defender dos blocos americanos e asiáticos. O resto é derreter o que resta da velha Europa feita com políticos mediocres e ao serviço dos "mercados" seja lá o que isso significa.
Re: O abismo ...
Re: O abismo ...
Re: O abismo ...
Re: O abismo ...
Programas há muitos...
empregos é que nepia.

E desemprego é sempre a aumentar.
COITADOS
Coitados,pobres de espírito,como não têm mais nada para apresentar,apresentam uma moção de censura.Estes partidecos,são dignos de pena,de comiseração.Vale a pena os contribuintes estarem a SUSTENTAR esta gente inútil?????
Re: COITADOS
Re: COITADOS
só...
mesmo para dizerem que fazem alguma coisa!! poupem-nos a essas percas de tempo.
Consciência tranquila
Em tempos e sendo solteiro, também andei a pinar umas quantas mulheres casadas... e também estou de consciência tranquila... pfff...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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